segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Cavalos idosos precisam de cuidados.


Envelhecer não é característica somente dos humanos. Os animais também envelhecem e, como nós, precisam de cuidados. Para os cavalos é necessário toda uma atenção ao chegar da idade, devido ao grande esforço que praticam no decorrer da vida.

Para ajudar o seu animal é necessário saber quando é chegada a hora de encerrar as atividades, ou seja, “a aposentadoria”. Isso irá depender do tipo de atividade e da intensidade que foi exigido do seu trabalho durante toda à vida. Os animais utilizados como meio de trabalho e que praticam esportes estão mais sujeitos as lesões e desgastes, por esse motivo é essencial à realização de exames médicos frequentes, atividades mais desgastantes devem ser evitadas. A idade média para que um cavalo possa ser considerado idoso é por volta dos 16 anos.

Porém, não vá deixar o cavalo parado, sem fazer nenhum tipo de atividade. Mesmo depois da “aposentadoria” é necessário à prática de exercícios relaxantes e passeios sem muitos esforços, que não devem ultrapassar a 4 horas diárias.  Se expostos a grande atividade o animal poderá desenvolver doenças específicas da idade mas, se forem bem cuidados poderá viver até 30 anos sem problemas graves.

As doenças mais comuns estão relacionadas ao sistema respiratório e digestivo. O sistema digestivo já não absorve determinados nutrientes, alimentação balanceada é recomendada nesses casos. Também, poderá sofrer com o passar do tempo, o sistema musculoesquelético através das lesões causadas por atividades físicas exageradas.
Com a idade avançada há também o desgaste dos dentes dificultando a mastigação e aumentando e tempo que levam para se alimentar, nesse caso pode ocorrer gastrites. Separar os cavalos idosos dos mais jovens evita a disputa pela comida. Transforme o ambiente onde eles vivem para que haja melhor aproveitamento do animal durante essa fase.

Fonte: Super Bull Brasil
Adaptação: Revista Veterinária

ONG lança campanha pelo fim da caça de elefantes e comércio de marfim.

A ElephantVoices está lançando uma campanha contra o comércio de marfim, que  está causando a matança de dezenas de milhares de elefantes todos os anos. A especialista em Elefantes e Cofundadora da ElephantVoices, Dra. Joyce Poole, observa: “É com uma sensação de déjà vu e profunda tristeza, embora com pouca surpresa, que, após o torpedamento da proibição de 1989 pela “venda única” de estoques de marfim, estejamos passando por – e batalhando contra – outro massacre de elefantes”.
Duas semanas antes dos representantes para a Convenção Internacional de Espécies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo de Extinção (Convention on International Trade in Endangered Species – CITES) se encontrarem em Bangcoc, na Tailândia, para discutirem, uma vez mais, o destino dos elefantes, a ElephantVoices que lembra o mundo que cada nova presa no mercado significa mais mortes, trauma e destruição.
“Estamos pedindo às pessoas que nos ajudem a atingir os compradores potenciais de marfim que não se dão conta de que elefantes estão morrendo em números recordes para se tornarem bugigangas e objetos de decoração. O único modo de
acabar com essa brutal matança de elefantes é reprimir a demanda por marfim e acabar com o comércio”, afirma Joyce Poole.
A ElephantVoices está usando duas poderosas peças gráficas do artista novaiorquino Asher Jay como base para esta campanha. As imagens, com os slogans CADA PRESA CUSTA UMA VIDA, NÃO COMPRE MARFIM; e CADA PRESA CUSTA UMA VIDA, PAREM COM O COMÉRCIO são dirigidas a compradores potenciais e tomadores de decisão, e, também, especificamente, ao
público chinês. “A ElephantVoices está fazendo algo único ao disponibilizar a arte gráfica na internet em muitas versões, possibilitando que sejam compartilhadas nas redes sociais e usadas para camisetas, adesivos para carros, pôsteres e cartazes”, afirma o Diretor Executivo, Petter Granli.
“Apelamos às pessoas que compartilhem essas mensagens amplamente, tornando-as virais. A caça ilegal está colocando os elefantes em perigo, arriscando a biodiversidade e ameaçando o turismo, o sustento das pessoas e a estabilidade nos países onde vivem os elefantes. O terror é iminente para os elefantes, e temos que agir já”, diz Joyce Poole.
Fonte: ElephantVoices

Criadouro de animais que funcionava clandestinamente.

Polícia Civil salva 32 cães em situação deplorável em criadouro de Campinas (SP).


Foto: Divulgação/Leandro Ferreira/AAN

Filhotinhos de raça estavam bastante debilitados; eles devem ser doados

A Polícia Civil fechou na manhã desta sexta-feira (22-02-13) um criadouro de animais que funcionava clandestinamente em uma casa do bairro Ponte Preta, em Campinas (SP). No local, a polícia encontrou 32 cães das raças yorkshire, maltês, shitsu, lhasa apso e poodle.
Muitos eram filhotes e todos estavam bastante debilitados e em situação de maus-tratos. Os cachorros foram recolhidos e levados para uma clínica veterinária parceira da Delegacia de Proteção aos Animais, onde passaram por exames e higienização.
Segundo a delegada Rosana Mortari, o criadouro funcionava havia dez anos no local e foi denunciado após uma pessoa ter feito um boletim de ocorrência. Os donos, um casal de idosos que não teve os nomes revelados, foram autuados por maus-tratos e irão responder criminalmente. “É muito importante que a população denuncie locais como esse. Eles estavam em péssimas condições, em gaiolas enferrujadas e em um local imundo”, afirmou a delegada.
Rosana disse que os idosos vendiam os animais diretamente a compradores. “Uma pessoa que foi comprar viu o local, assustou e fez o boletim. Todo mundo deveria ter essa consciência e responsabilidade.“
O veterinário Diogo Siqueira disse que os cães, após cuidados, foram distribuídos em clínicas parceiras da polícia.
“Tem até cadela prenha. Eles estão bastante maltratados. Cuidamos, demos banho, fizemos exames e demos alimentos.“ A decisão do destino dos animais será feita pela Justiça. Provavelmente os cães serão encaminhados para adoção.
Fonte: RAC
Nota da Redação: Criadouros de animais são locais que têm por finalidade tão somete gerar lucros para o proprietário do negócio. Esta matéria é uma prova disso. Não há qualquer laço afetivo ou mínimo de consideração pelos animais. São meros objetos de comércio, fonte de renda, escancaradamente explorados, vítimas de transações deploráveis que enfatizam raça e o consumo. É preciso fechar estabelecimentos que criam e comercializam animais e enfatizar a adoção. 

Fonte: ANDA

Cães estão em situação de abandono em canil de Portugal.

O canil municipal de Salvaterra de Magos, uma vila portuguesa pertencente ao Distrito de Santarém, em Portugal,  alberga perto de duas dezenas de cães. Em consideradas pouco dignas, abandonados, vivendo em barracas improvisadas, os animais estão presos e só possuem água para beber. A Câmara Municipal de Salvaterra diz que reconhece o “carácter provisório” das atuais instalações, mas não avança com datas para a construção de um novo espaço para abrigar e tratar os animais.

É num canto do estaleiro de obras da Câmara de Salvaterra que se encontram presos perto de duas dezenas de cães em casinhas de cimento improvisadas. Há mais de uma década que a administração do canil deixa ali os animais. A confusão no espaço é visível a olho nu, com montes de areia ou outros materiais usados em obras mesmo ao lado dos animais.

Para piorar a situação, estas barracas improvisadas estão construídas mesmo ao lado de uma linha de esgoto. O cheiro é nauseabundo e os insetos e roedores acumulam-se na zona, deixando os animais que deveriam ser cuidados pelo canil à mercê de doenças.
Fonte: ANDA

Câmara Municipal de Mauá discute direitos animais.

As cenas de um cão violentamente assassinado pelo seu tutor, em Mauá (SP), rodou as redes sociais nessa semana e o assunto foi parar no plenário da Câmara Municipal. Na sessão ocorrida na última terça-feira (19), o vereador Wagner Rubinelli (PT) defendeu a adoção de políticas públicas mais eficientes na defesa e cuidado dos animais do município. “Os animais estão inseridos na sociedade e precisamos de ações nessa área.
Atualmente, Mauá não tem políticas públicas eficientes de vacinação, esterilização e adoção”, disse o vereador. “Precisamos garantir que casos como esse não voltem a acontecer na cidade”.
Rubinelli também pediu um maior rigor e vigilância nos trabalhos do Centro de Controle de Zoonoses.  O vereador pretende também realizar uma audiência pública com as ONGs do setor, prefeito, secretária de saúde e OAB para propor projetos que tratem dos animais abandonados na cidade.
Fonte: ANDA

Em Santa Inês, um projeto resgata animais e aves do Brasil e do mundo.

Em Santa Inês (Maranhão), a 250 km de São Luís (MA), um projeto que tem ajudado a resgatar animais e aves de várias partes do Brasil e do mundo.
Ararajubas, zebras, capivaras, antílopes e até lhamas, espécies antes ameaçadas pela ação do homem, hoje vivem livres numa área cercada de árvores nativas da Amazônia, no vale do Pindaré.
Um paraíso onde é possível passear entre espécies encontradas apenas na África e nos Andes. Um safari cheio de surpresas que só a natureza é capaz de guardar.
Fonte: G1