terça-feira, 24 de setembro de 2013

Presidente Prudente (SP) pode ter conselho de proteção dos animais.



Protetores de animais de Presidente Prudente se reuniram para discutir a criação de um Conselho Municipal de Proteção dos Animais. A meta é traçar novas políticas em prol dos direitos, principalmente os domésticos, que passam de 50 mil apenas na cidade.
                                                                                            (Foto: Divulgação Band)
Uma realidade que impressiona. A Organização Mundial de Saúde estima que, só no Brasil, existam 10 milhões de gatos e 20 milhões de cães, alguns em situação de completo abandono. Em cidades de grande porte, existe um cachorro para cada cinco habitantes, sendo que 10% estão nas ruas.
O conselho conta com o apoio de protetores de animais que, em determinadas situações, ficam sem direcionamento, até mesmo na hora de abrigar os animais. A fisioterapeuta Valéria Ribeiro é uma das pessoas que luta pela criação do grupo, que ainda precisa de aprovação da Câmara Municipal.
Entre as possíveis frentes de trabalho do conselho estão: a falta de abrigos estruturados para acolher os animais abandonados, os casos de maus-tratos e negligências e as formas de adoção, principalmente de cães e gatos.
Presidente Prudente tem 52 mil animais, destes 2.600 podem estar em situação de abandono. O secretário do Meio Ambiente, Wilson Portella, afirma que a situação pode ser resolvida em curto prazo, mas é preciso que mais órgãos se sensibilizem com o projeto.
Fonte: Band

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Porcos nascem grudados pela barriga e caso é considerado raro na natureza

                                                 Porcos nascem grudados. Caso é raro na natureza. (Foto: Dourados Agora)

Um nascimento curioso na semana passada chamou a atenção dos moradores do distrito de São Pedro, em Dourados(MS). Dois porcos nasceram grudados pela barriga. Os porquinhos não resistiram e sobreviveram por apenas 10 minutos.
José Silvestre, 88 anos, dono do sítio onde os porcos nasceram, vive há mais de 20 anos no local e contou que nunca tinha presenciado uma situação como essa. “Já vi porca parir mais de 20 leitões, bezerros e carneiros nascerem gêmeos, mas um animal grudado no outro, jamais”, disse.
Segundo o veterinário Fábio Santos Hajjad, o fato ocorre quando o óvulo é fecundado duas vezes, porém entre os animais, o caso é raro.
“Em meio aos animais, isso é um fato raro. É difícil que os animais sobrevivam mas, através de uma cirurgia, se os dois tiverem todos os órgãos, é possível fazer a separação dos troncos. Neste caso, possivelmente os dois compartilhavam os mesmos órgãos e nem mesmo cirurgia poderia salvar os dois” explicou.
De acordo com o site Dourados Agora, uma das filhas do casal, Ana Lúcia Pereira, contou que um capataz da chácara acompanhava a leitoa no chiqueiro, já que o animal é muito grande e poderia se deitar em cima dos filhotes e matá-los. Segundo ela, a porca já tinha parido 13 leitões, quando vieram os dois porquinhos grudados.
“Nós levamos até um susto, porque eles não se separavam e vimos que realmente estavam grudados. Levamos para dentro de casa, mas, infelizmente, não aguentaram por muito tempo e acabaram morrendo”, conta.
Outra filha do dono da chácara, Tereza de Jesus, lembra que a cena até a comoveu. “Parecia que eles estavam se abraçando, era algo estranho, mas ao mesmo tempo comovente”, salientou Tereza de Jesus.
Os dois porcos foram congelados a pedido das filhas de José. Eles poderão ser usados em estudos sobre o fenômeno.

Fonte: Jornal Dia Dia

Animais pequenos veem o mundo em câmera lenta, diz estudo.

Animais pequenos tendem a perceber o mundo em câmera lenta, segundo uma nova pesquisa. Isso significa que eles conseguem observar o movimento de maneira mais detalhada que criaturas maiores, permitindo que escapem de predadores. Insetos e pássaros pequenos, por exemplo, podem ver mais informações em um segundo do que um animal como o elefante. O estudo foi divulgado na publicação científica Animal Behaviour.
“A habilidade para perceber o tempo em escalas muito pequenas pode ser a diferença entre a vida e a morte para organismos que se movem rapidamente como predadores e suas presas”, disse o principal autor da pesquisa, Kevin Healy, do Trinity College Dublin, na Irlanda.
Em animais grandes, foi detectado o efeito contrário, estes podem não enxergar coisas que as criaturas pequenas percebem rapidamente.
‘Goleiro acelerado’
Nos seres humanos, a velocidade de percepção de informações varia de indivíduo para indivíduo. Os atletas, por exemplo, frequentemente processam a informação visual mais rapidamente. Um goleiro experiente seria mais rápido do que outras pessoas ao observar de onde vem a bola.
A velocidade com a qual humanos absorvem a informação visual também está relacionada à idade, segundo Andrew Jackson, coautor do trabalho sobre os animais.
“Pessoas mais jovens reagem mais rapidamente do que as mais velhas e essa habilidade diminui com o aumento da idade.”
A equipe analisou a variação da percepção do tempo em uma variedade de animais. Os cientistas coletaram dados de outras equipes que usaram uma técnica chamada de perimetria flicker para medir a frequência de fusão crítica, ou seja, a velocidade com a qual o olho consegue processar a luz.
Ao transformar estes dados em um gráfico, os pesquisadores descobriram um padrão que mostravam uma forte relação entre o tamanho do corpo e a rapidez com a qual o olho consegue responder a mudanças na informação visual como, por exemplo, uma luz que pisca.
“De uma perspectiva humana, nossa habilidade para processar a informação visual limita nossa habilidade para dirigir carros ou aviões mais rápido do que conseguimos atualmente na Fórmula 1. Esses pilotos estão testando os limites do que é humanamente possível”, disse Jackson.

Tatu-bola confuso
O estudo atual se concentra nos vertebrados, mas a equipe também descobriu que diversas espécies de moscas também reagem a estímulos mais de quatro vezes mais rápidos que o olho humano.
Mas alguns tipos de isópodes marinhos (uma tipo de tatu-bola do mar) tem a reação mais lenta de todas as registradas na pesquisa e só consegue perceber uma luz se apagando e acendendo quatro vezes por segundo “antes que fiquem confusos e pensem que luz está sempre ligada”, explicou Jackson.
                                                      Isópodes marinhos têm reação lenta a luz (Foto: Divulgação)

“Estamos começando a entender que há um mundo inteiro de detalhes que só alguns animais conseguem perceber e é fascinante pensar sobre como eles podem perceber o mundo de um jeito diferente de nós.”
Segundo Graeme Ruxton, da Universidade de St. Andrews, na Escócia, que também é coautor do estudo, “ter olhos que atualizem o cérebro em frequências mais altas do que os nossos não tem valor se o cérebro não conseguir processar essa informação igualmente rápido.”
“Por causa disso, este trabalho mostra as capacidades impressionantes do cérebro, mesmo os dos menores animais. Moscas podem não ser grandes pensadoras, mas podem tomar boas decisões muito rapidamente”, afirma.

Animais caminham em avenida movimentada de Goiânia (GO).

                                          Boi atravessa a avenida em meio aos carros (Foto: Reprodução / TV Anhanguera)
Um boi e uma vaca foram flagrados nesta quinta-feira (12) atravessando a Avenida Leste-Oeste, na altura do Bairro Goiá, região sudoeste de Goiânia. Os motoristas que passavam pelo local tiveram de reduzir a velocidade para não provocar um acidente.
Segundo o diretor do Centro de Zoonoses da capital, Luis Elias de Camargo, uma equipe esteve no local para resgatar os bichos. Ele disse que na avenida havia outros bovinos, mas que apenas uma vaca foi resgatada. Os outros conseguiram fugir.
Ainda de acordo com Luis, ela foi levada para o centro, onde está à espera do tutor. Para poder retirar o animal, o tutor precisa pagar uma taxa de R$ 68, além de uma multa, no valor de R$ 85, por deixar animais soltos.

Fonte: G1

Conselho de proteção dos animais.

Presidente Prudente (SP) pode ter conselho de proteção dos animais.

Protetores de animais de Presidente Prudente se reuniram para discutir a criação de um Conselho Municipal de Proteção dos Animais. A meta é traçar novas políticas em prol dos direitos, principalmente os domésticos, que passam de 50 mil apenas na cidade.
                                                                                                (Foto: Divulgação Band)

Uma realidade que impressiona. A Organização Mundial de Saúde estima que, só no Brasil, existam 10 milhões de gatos e 20 milhões de cães, alguns em situação de completo abandono. Em cidades de grande porte, existe um cachorro para cada cinco habitantes, sendo que 10% estão nas ruas.
O conselho conta com o apoio de protetores de animais que, em determinadas situações, ficam sem direcionamento, até mesmo na hora de abrigar os animais. A fisioterapeuta Valéria Ribeiro é uma das pessoas que luta pela criação do grupo, que ainda precisa de aprovação da Câmara Municipal.
Entre as possíveis frentes de trabalho do conselho estão: a falta de abrigos estruturados para acolher os animais abandonados, os casos de maus-tratos e negligências e as formas de adoção, principalmente de cães e gatos.
Presidente Prudente tem 52 mil animais, destes 2.600 podem estar em situação de abandono. O secretário do Meio Ambiente, Wilson Portella, afirma que a situação pode ser resolvida em curto prazo, mas é preciso que mais órgãos se sensibilizem com o projeto.
Fonte: Band

Veja mitos e verdades sobre a convivência de grávidas com animais.

                                                                                              (Foto: Divulgação)
Uma das maiores preocupações é com o fato dos animais – especialmente os peludos – causarem alergia a seus tutores, principalmente respiratória devido aos pelos soltos. Mas isso não é verdade.
Em primeiro lugar, animais domésticos não causam bronquite ou rinite – essas doenças são desenvolvidas por predisposição genética. Em segundo, o que pode desencadear uma crise de alergia não são os pelos, mas, sim, os flocos de pele morta – portanto, não há diferenças significativas entre ter um animal de pelo comprido ou curto.
Se uma pessoa, criança ou adulto, sofre de rinite, bronquite ou alergia respiratória, o contato com animais pode, eventualmente, desencadear uma crise. Mas isso também pode ser evitado em muitos casos com os devidos cuidados de higiene.
“Deixar o animal longe do quarto; não deixá-lo ficar nos móveis estofados; dar banho semanalmente; escová-lo regularmente para retirar as ‘caspas’ causadoras de alergias; passar um pano úmido no chão da casa para retirar excessos de pele e flocos de pele morta; retirar carpetes e tapetes retentores de proteínas causadoras de alergias são algumas medidas que podem ser tomadas para se evitar uma crise”, ensina Cristina Kokron, alergista do Hospital Israelita Albert Einstein de São Paulo.
Além disso, existem estudos que apontam que crianças que convivem com animais têm menos chances de desenvolver problemas respiratórios. Pesquisa realizada pela Universidade da Finlândia Oriental, divulgada na revista Pediatrics em 2012, acompanhou 397 crianças e concluiu que as que conviveram com cães apresentavam menos problemas de infecções respiratórias no primeiro ano de vida do que aquelas que não tiveram contato com os animais.
“Esses estudos apontam que a exposição precoce a animais domésticos pode ter efeito protetor, ou pelo menos não indutor, de sensibilização alérgica ao animal. Este efeito parece estar relacionado a alterações no sistema imune, que nesta idade está em desenvolvimento ainda”, explica Kokron.

“A taxa de transmissão de doenças para os seres humanos é muito baixa. Vale frisar que animais bem cuidados, sob orientação de um médico veterinário, dificilmente transmitem doenças”, enfatiza o médico veterinário Marcello Roza, conselheiro do CFMV.
“Por isso é importante cuidar da saúde do animal: evitar pulgas ou carrapatos, manter a vacinação em dia, dar banhos com a frequência indicada pelo veterinário e vermifugar periodicamente”, diz a fitoterapeuta e terapeuta de animais Martha Follain, articulista da Agência de Notícias de Direitos Animais (Anda) e fundadora dos grupos Proteção dos Direitos dos Animais, Ecologia, Vegetarianismo e Terapias Holísticas e Direito dos Animais Humanos e Não Humanos.
Crianças, gestantes e animais
Muitas pessoas acreditam que gestante e crianças devem evitar o contato com animais domésticos, mas não é bem assim. “Que fique claro que o convívio com animais é muito benéfico para nós, em todas as fases da vida. Por isso, antes que você pense em disponibilizar o seu animal para adoção, é bom saber que a principal medida para quem tem um animal é a de manter os cuidados com vacinação, vermifugação e consultas periódicas ao veterinário, desde a sua aquisição”, diz o ginecologista e obstetra José Bento de Souza, no Guia Crianças + Pets – Como Aproveitar o Melhor Dessa Relação, da Bayer Healthcare.
Uma das maiores preocupações das gestantes é contrair a toxoplasmose durante a gravidez, pois a doença traz riscos ao desenvolvimento do bebê, como lesões dermatológicas, surdez e atraso no desenvolvimento mental, por exemplo. A doença pode ser contraída pela ingestão de água ou alimentos contaminados pelo protozoário Toxoplasma gondii, presente nas fezes de gatos infectados.
Mas é bom lembrar que a contaminação só ocorre quando a gestante não faz a higienização correta ou, então, através da ingestão de água ou carne infectadas. Para evitar o contágio, basta reforçar os cuidados com a higiene de seu animal e pedir para outra pessoa limpar o lugar onde ele defeca e urina.
Crianças também se beneficiam muito do contato com animais. A presença de um bichinho doméstico em casa, interagindo diretamente com os pequenos, é um estímulo para que eles se exercitem, além de fazer com que se sintam mais seguros, confiantes e valorizados, favorecendo sua autoestima.
O animal também ajuda a desenvolver e fortalecer relações sociais, além de alimentar a curiosidade, imaginação e fantasia das crianças. Ou seja, o relacionamento traz benefícios físicos, psicológicos, sociais e cognitivos para elas.
“Estudos apontam que o vínculo entre a criança e o animal tem diversos efeitos positivos no desenvolvimento, principalmente nos quesitos empatia, cooperação e competências sociais. Os animais se tornam figuras de conforto, apoio e companheirismo, trazendo influências positivas na autoestima e possibilitando à criança aprender como cuidar do outro”, afirma a psicóloga Alice Frank, pesquisadora do Departamento de Medicina Veterinária Preventiva e Saúde Animal da USP (Universidade de São Paulo).
É claro que, para uma convivência saudável, tanto a criança como o animal devem ser educados para se evitar acidentes com arranhões e mordidas, além, é claro, dos cuidados com a higiene, que devem ser ensinados desde cedo.
Com informações de Uol Noticias