terça-feira, 23 de abril de 2013

Justiça de Mato Grosso reforça atenção aos crimes contra animais.

Crimes cometidos contra animais ganham atenção especial dentro do Projeto de Lei 236/12 (projeto do novo Código Penal), discutido no Senado do MT, que prevê penas maiores e mais rigorosas contra quem pratica maus-tratos, abandono, omissão de socorro, comércio, entre outras condutas previstas no texto discutido sobre crimes contra o meio ambiente. A pena atual prevê detenção de três meses a um ano e multa sobre a prática de abuso, maus-tratos, ferimentos ou mutilação de animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos. A legislação prevê para os mesmos atos pena de prisão de 1 a 4 anos, conforme o artigo 391. Este é apenas um exemplo das mudanças que podem ocorrer.
Professora do curso de veterinária da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Adriana Borsa atua também em uma associação de proteção animal e conta que o abandono é muito comum e frequente, conduta que também figura maus-tratos. Para ela, o destrato aos bichos sempre existiu, mas hoje ganha destaque na internet e imprensa de um modo geral. “Acredito que isso esteja sensibilizando a população e as autoridades. Existe também uma maior conscientização da sociedade sobre crimes ambientais”. Cita como exemplo a história do cachorro Rômulo, que está em tratamento no hospital veterinário da UFMT. O animal foi atropelado no Centro de Cuiabá e dias depois encontrado dentro de uma caçamba de lixo. Rômulo não consegue andar diante dos ferimentos sofridos. “Vamos tratar e depois tentar achar uma família para cuidar”, diz.
Gestora judiciária do Juizado Volante Ambiental (Juvam), Patrícia Bezerra Oliveira explica que hoje, quando identificado casos de maus-tratos ou conduta inadequada do tutor do animal, a pessoa é intimada a comparecer na audiência de conciliação promovida pela Justiça, onde é realizado um acordo em que o tutor se compromete a garantir os cuidados necessários ao animal. Ressalta que é obrigação dele oferecer alimentação, local adequado com proteção para chuva e sol, e corrente que permita circulação quando existe a necessidade de mantê-lo preso. “É um crime que dificilmente tem flagrante, então depende do tutor do animal comparecer ao Juvam para assinar o termo”, declara.
Os casos mais graves são encaminhados para a Delegacia do Meio Ambiente (Dema) para apurar os fatos e responsabilizar os culpados. Geralmente a ação resulta em assinatura de Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO), seguido de audiência preliminar no Juvam com a participação do Ministério Público do Estado (MPE) para realizar a transação penal com pena alternativa.
O comandante do Núcleo da Polícia Militar Ambiental do Juvam, sargento Gilberto da Costa, relata que normalmente as descobertas de maus-tratos aos animais ocorrem por meio de denúncia de vizinhos, que se incomodam com a situação, mas nem sempre a conduta do tutor é realmente de descaso ou por maldade. “Muitas vezes agem errado por desconhecimento da lei”, diz.
Por outro lado, conta que muitas vezes os animais, geralmente cachorros, são encontrados bastante debilitados, doentes, em local impróprio (sem cobertura de proteção), amarrado no sol, com corrente curta, sem água e comida. “O Juvam notifica o tutor e agenda a audiência, onde ele é esclarecido sobre como deve cuidar do animal”.
No Estado de Mato Grosso, os animais são recolhidos somente em situações muito graves diante da falta de estrutura para abrigá-los. O Juvam tem parceria com a Associação Voz Animal (AVA) e com o Centro de Zoonoses, para onde são levados os resgatados.
Fonte: Só Notícias

terça-feira, 16 de abril de 2013

Leilão de cães militares levanta discussão entre policiais e ativistas em BH.

A Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) decidiu leiloar dez cães dispensados do serviço militar na próxima terça-feira, dia 16 de abril. Os  animas que ficam no canil da corporação no bairro Saudade, região Leste de Belo Horizonte, poderão ser arrematados por qualquer pessoa que se disponha a pagar por eles. A atitude, no entanto, desagrada ativistas do Movimento Mineiro pelos Direitos Animais (MMDA). Eles sugerem que os animais dispensados do serviço devem ser doados preferencialmente aos militares com que trabalham.

Odim, Atos, Naruto, Angra, Néon, Aziza, Anny, Alva, Alma e Mark são os nomes dos cachorros que serão colocados à leilão. Os sete labradores e os três pastores serão leiloados pois, segundo avaliações veterinárias, não estão mais aptos ao trabalho. Alguns deles apresentam sinais de cansaço e outros, como no caso de Odim, de 4 anos, parecem conviver melhor com crianças.
 Cães dispensados do serviço militar serão leiloados ainda este mês.
Decisão da PM levanta discussão entre ativistas dos Direitos dos Animais.
Foto: Divulgação/PMMG

Enquanto o leilão não acontece, a discussão sobre como os animais deveriam ser tratados envolve pessoas ligadas a ongs,  representantes da Comissão Institucional de Saúde Humana na Relação com os Animais, do Conselho Municipal de Saúde (CMS) e os próprios policiais militares.
Para os ativistas, os cães não podem ser comercializados livremente pois podem ir parar “na mão” de pessoas irresponsáveis que não cuidarão deles da forma adequada. Os defensores reconhecem que os animais são bem tratados pelos policiais e acreditam que os militares são quem devem adotar os cães. Os ativistas declaram que não querem polêmica com a polícia, mas apenas o melhor para os cães.
Já o Capitão da PM, Cássio Antônio dos Santos, de 36 anos, afirma que as particularidades dos bichos devem ser respeitadas e que a corporação não pode simplesmente mandar que os policiais levem os cães para casa. Segundo ele, o leilão é uma forma sincera de encaminhamento dos cães, pelo qual a sociedade participa das ações da polícia, e os interessados podem “adotar” um cão.
Assim como sugerem os ativistas mineiros, no Rio de Janeiro os cães dispensados do serviço militar ficam, prioritariamente, com seus companheiros de trabalho. A atitude dos cariocas é vista com bons olhos já que o Batalhão de Ações com Cães (BAC) da cidade ocupa os três primeiros lugares em uma premiação da Secretaria de Estado de Segurança fluminense.
Fonte: bhaz

Maus-tratos a animais dentro de instituição de ensino são denunciados nas redes sociais.

ALAGOAS

Professores e estudantes do Instituto Federal de Alagoas (Ifal) no município de Satuba, interior do Estado, utilizaram as redes sociais para reclamar contra a segurança e o mau zelo com os animais presentes na instituição, que são explorados como objetos de estudo em cursos como o de zootecnia e agropecuária.
A professora de zootecnia da instituição, Carla Cordeiro, utilizou o seu próprio Facebook para mostrar o que, segundo ela, seria mais um caso de violência contra os animais do campus. Na publicação, Carla revela que o problema de maus-tratos aos bichos é antigo.
Segundo ela, em 2012 vários ovinos foram levados das instalações do campus, tendo seus corpos encontrados dias depois, nas imediações da instituição. Outro caso que chamou atenção dos professores foi o de uma cabra que foi violentada até a morte.
Em 2013, ela conta que na aula inaugural do primeiro semestre, um cavalo foi encontrado com muitos ferimentos. “A direção instalou poucas câmeras para vigiar o campus, mas só isso não resolve. Eles dizem que é muito caro contratar vigilantes. Estamos com muito medo”, diz a professora que já solicitou mais segurança para os animais da instituição.
O diretor geral do Campus em Satuba, Anselmo Lúcio, afirmou que tem conhecimento da situação. Segundo o diretor, após os casos de maus-tratos, ele pediu ajuda das Polícias Civil e Militar, além do Comando de Policiamento da Capital (CPC).
Ainda segundo ele, os casos de violência são praticados por pessoas de fora da instituição. “Nós estamos fazendo de tudo para controlar a situação. Nosso campus é muito grande e, por isso, é muito difícil controlar. Investimos R$ 42 mil por mês em segurança particular, além de R$ 233 mil em 80 câmeras de segurança”, diz.
Fonte: G1

Nota da Redação: 
O descaso desta instituição, além da crueldade de se manter animais aprisionados para estudo, é revoltante. Como se pode pensar em valores quando se trata da segurança de animais inocentes que, além de explorados, ainda são violentamente torturados por seres criminosos? A segurança desses animais, assim como suas vidas, estão sendo negligenciadas por essa instituição, colocando em risco o bem-estar deles. Isso é um caso grave de maus-tratos e, assim como qualquer um que detenha a guarda de animais, é obrigação da Ifal manter os animais em segurança. É agora uma obrigação da polícia punir a negligência da instituição, já que tal ato constituí maus-tratos. Quanto à Ifal, cabe zelar pelos animais, tratando-os com o respeito e dignidade que eles merecem, preservando sua saúde e vida.  

Fonte: ANDA

Homem que ajudou cavalo ferido é preso acusado de ser responsável por maus-tratos.



Um incidente envolvendo um cavalo ferido gerou conflitos em frente à Prefeitura de Ponta Grossa (PR). O dono de uma oficina mecânica, Wanderley Feitosa De Jesus levou um cavalo com graves ferimentos na pata para a frente do órgão do município. Por conta disso, Wanderley foi levado para a 13ª Subdivisão Policial (SDP) e irá responder pelo crime de maus-tratos a animais.
Na tarde de ontem, o homem deu sua versão da história. Segundo ele, a intenção não foi maltratar o cavalo, mas sim procurar ajuda para aliviar a dor que o equino sentia no momento. “Moro na Vila Hilgenberg e como sou voluntário da Associação dos Agentes Ambientais do Terceiro Setor – Geoambiente, fui chamado para ajudar o cavalo que sofria há mais de três dias no Contorno Leste. Ao chegar lá, dei água para ele e liguei para o Corpo de Bombeiros que me orientou a ligar no telefone 153, da Prefeitura”, explica.
O homem nega que tenha sido ele o responsável pela situação do animal e pede que algo seja feito pelo cavalo.
Fonte:Portal Ponta Grossa

MENINA MOGLI

Garota que viveu dez anos com animais selvagens tem história contada em documentário.
 
                                                                  Foto: Divulgação
Filha de um casal de fotógrafos franceses da National Geographic, Tippi Degré viveu 13 anos no meio da selva africana da Namíbia. Ela podia ter tido uma infância perfeitamente normal – não fosse o fato de ter crescido com um elefante de 28 anos chamado Abu ou um leopardo apelidado de J&B. A garota, que agora tem 23 anos, guarda na memória momentos incríveis vividos naquela época fascinante com seus amigos animais.
A mãe de Tippi, Sylvie Robert, se orgulha da infância da filha. “Ela foi uma garota muito sortuda. Nascida e criada, até os dez anos de idade, no meio da natureza selvagem. Éramos só nós três (ela, Tippi e o pai, Alan Degre) vivendo com todos aqueles animais e poucos humanos”, disse.
                                                                Foto: Divulgação

Hoje, em sua idade adulta, Tippi guarda os aprendizados adquiridos com a vivência com os animais. “Não tinham animais bonitos ou feios. Todos eram meus amigos. Não existiam diferenças”, disse a “Menina-Mogli”.
Quando foi obrigada a mudar-se com os pais para Paris, a menina não foi capaz de se integrar. Tinha “pouco em comum” com as outras crianças. Passou a ter aulas em casa e hoje estuda cinema na Universidade Sorbonne Nouvelle, em Paris.
Durante esse período, Tippi gravou seis documentários para o Discovery Channel e viu sua história contada em ‘Tippi: My Book of Africa’. As imagens foram recolhidas pelo site ‘Hypeness’.
Com informações de O Povo e Sábado

Fonte: ANDA

Homem é preso por abusar sexualmente de cavalo.

Um habitante de Manning, no estado de Oregon nos Estados Unidos da América, foi preso por entrar num estábulo de uma casa próxima da sua e, durante pelo menos sete meses, ter tido relações sexuais com um cavalo.
Tony J. Hall-Rivas de 47 anos teria feito sexo com pelo menos dois cavalos do mesmo estábulo. O homem teria escapado por duas vezes da polícia depois de ter sido apanhado em flagrante, segundo o jornal “Oregon Live”.
O homem só foi encontrado quando um dos oficiais identificou o DNA do suspeito num chapéu que este deixou no local.
Depois de preso Tony acabou por confessar que entrava no celeiro pela madrugada ou quando já era bastante tarde para consumar atos sexuais com os cavalos.
O americano foi preso, acusado de invasão, roubo e maus-tratos a animais.
Fonte: Visão