terça-feira, 21 de maio de 2013

Paul McCartney clama pelo fim dos testes em animais em todo o planeta.



Paul McCartney aderiu à campanha pela proibição dos testes de cosméticos em animais em todo o mundo, agora que esses testes já foram proibidos na Europa. As informações são da rádio 97.5 3wv.
Uma nova lei que proíbe fabricantes de testarem produtos de beleza em animais entrou em vigor em toda a União Europeia em março. A vitória veio após anos de pressões feitas pela organização não governamental BUAV, através da campanha Cruelty Free International.
Agora, a ONG e a lenda dos Beatles uniram forças para que a proibição seja estendida a todo o mundo.
McCartney declarou: “Há anos apoio a BUAV, criadora do movimento Cruelty Free International, contra o uso de animais em testes. Tenho orgulho de fazer partes deste momento histórico e parabenizo a Cruelty Free International por conseguir separar a crueldade da beleza em toda a União Europeia.”
“Juntos promovemos uma enorme mudança. Porém os animais continuam sofrendo, pois em mais de 80% dos países ainda é permitido testar cosméticos em animais. Agora estou apoiando a Cruelty Free International em sua campanha para banir tais testes em todo o planeta, garantindo que os animais não sofram em nome da beleza em lugar nenhum do mundo.”

Cães que foram deportados para Portugal desembarcam em Porto Alegre.

Os dois cães que foram deportados na última quinta-feira de Porto Alegre para Portugal puderam se estabelecer na capital do Rio Grande do Sul. De acordo com a chefe da Unidade de Vigilância Agropecuária do Aeroporto da Capital gaúcha, Consuelo Cortes, a família que trazia os animais apresentou, na noite de sábado, os documento veterinários exigidos pela alfândega.

Eles tinham a opção de retornar para Lisboa, a fim de confeccionar os documentos, ou, ‘sacrificar’ os animais. A primeira alternativa foi a escolhida, e o português, Ruben Manuel Azeredo, retornou à terra natal em busca do Certificado Zoossanitário Internacional (CZI). Pouco antes das 21h de sábado, 18, o grupo desembarcou em Porto Alegre.

Consuelo lembra que os brasileiros que queiram viajar para o exterior com seus animais devem procurar o Ministério da Agricultura, no Aeroporto, para a retirada do documento. Em nota, a empresa aérea TAP relatou que os passageiros são responsáveis por se munir dos documentos necessários para a sua viagem. No entanto, admitiu que houve uma falha do funcionário que presta assistência à companhia em Faro, em Portugal. A empresa lamentou o ocorrido e alega que providenciou o retorno dos animais ao país de origem.

Fonte:Portal Vitrine

Grupo apresenta plano de manejo para pombos em Londrina (PR)

Após mais de um mês de trabalho, a comissão formada pelo poder público, sociedade civil e especialistas para discutir o manejo da superpopulação de pombos em Londrina (PR) apresentará os resultados na noite desta segunda-feira (20). Os principais encaminhamentos são a tentativa de repelência eletromagnética, a limpeza dos espaços públicos e um censo das aves.

O secretário municipal do Ambiente, Cleuber Moraes Brito, informou na manhã desta segunda-feira que novas formas de limpeza das fezes serão adotadas, especialmente para impedir que água contaminada chegue aos córregos e ao Lago Igapó. Caminhões com sucção devem ser adotados.
“Na quarta-feira (22), nós já vamos receber caminhões para fazer um teste na Praça 7 de Setembro. Está vindo uma empresa, de Maringá, segundo adiantaram, eles vão trazer quatro caminhões de diferentes modelos para observamos como vai funcionar e aí fazer a opção”, explicou.
Brito destacou que a principal urgência nesse momento é manter os espaços públicos limpos, tirando a concentração de fezes e amenizando o mau cheiro, especialmente no Bosque Central.
                                                                                     (Foto: Parra & Alegre)

“O manejo é a longo prazo, esse não é um problema que se formou agora, é uma coisa da evolução da cidade nos últimos 30, 40 anos. Não é da noite para o dia que vamos resolver isso, mas para a população o que é importante é que os espaços que ela usufrua tenham qualidade. Eu acho que se a gente melhorar, com uma limpeza eficiente, a sensação da população é que o problema foi resolvido”, disse.
Um estudo será coordenado pelo professor Mário Orsi da Universidade Estadual de Londrina para, primeiramente, descobrir qual a quantidade atual de aves. Também será feito um levantamento sobre todos os pontos de armazenamento de grãos, que participam da alimentação dos animais.
Na primeira semana de junho, uma empresa de São Paulo virá a Londrina fazer um projeto piloto de repelência eletromagnética das aves no Bosque Central. O município também vai avaliar para onde os pombos poderão se deslocar, tentando traçar maneiras de impedir novos desequilíbrios e extermínios.
A reunião de apresentação dos dados sobre o plano de manejo será realizada às 19h, na Associação Comercial e Industrial de Londrina (Acil).
Fonte: O Diário.com

terça-feira, 14 de maio de 2013

Fotógrafo registra a tristeza no olhar de animais em zoológicos.

                                                                                          Anta (Foto: Reprodução)

É possível sentir a tristeza de alguns animais. Rinocerontes, ovelhas, zebras, camelos ou girafas, eles podem ser de espécies muito diferentes, mas partilham o mesmo vazio de quem está há vários anos em cativeiro. Oscar Ciutat captou o olhar de animais do jardim zoológico de Barcelona, na Espanha, com o objetivo de alertar para o sofrimento daqueles que estão longe do seu habitat natural.
                                                                                         Anta (Foto: Reprodução)

“Eu estava visitando o jardim zoológico local, onde já não ia há imenso tempo, e tal como todas as pessoas comecei a tirar fotografias aos animais”, conta o artista espanhol no seu site, ‘Oscarciutat’.
                                                                                         Burro (Foto: Reprodução)

“A minha atenção prendeu-se naqueles olhos que, para mim, pareciam extremamente tristes. Acabei por focar a minha câmara apenas neles”, declarou. Da visita, o fotógrafo captou milhares de fotografias que sintetizavam o sofrimento de animais encarcerados, explorados para o entretenimento humano.
                                                                                       Camelo (Foto: Reprodução)

Intrigado sobre se os outros sentiriam o mesmo ao ver as suas fotografias, Ciutat criou a série fotográfica ‘Caged’. “Eu perguntei-me se aquele velho ditado, referente aos humanos, que diz ‘os olhos são a janela da alma’ também se poderia aplicar aos animais”, disse.
                                                                                   Elefante (Foto: Reprodução)

Fonte: ANDA

Cresce o número de adeptos ao serviço de babá para animais em Belo Horizonte (MG)



“O mais importante é a atenção e o carinho”, declara a estudante de veterinária Camila Medina
(Foto: Divulgação)

Muitos tutores de animais domésticos não poupam esforços nem dinheiro para oferecer o melhor aos seus “filhotes”. E em um país com o segundo maior faturamento no mercado mundial de indústrias do setor de produtos pet, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), o que não faltam são profissionais de olho em atender a tutores cada vez mais exigentes. A novidade que começa a multiplicar adeptos na capital mineira e já virou moda em outras cidades, como São Paulo, são as “pet sitters” ou as babás para os animais.
Em Belo Horizonte, o serviço pode chegar a R$ 450 por mês, dependendo da quantidade de visitas demandadas pela família contratante. “Meu cachorro faz parte da família, é como um filho. Então, quero o melhor para ele”, diz a decoradora Kátia Alves, 46, tutora do Floquinho, um spitz alemão de 6 anos. O cão fica aos cuidados da estudante de veterinária Camila Medina, que há dois anos atua como “pet sitter”.
Durante as visitas, que têm duração de uma hora, ela faz o controle das vacinas, traça uma dieta balanceada, passeia com o animal, higieniza o ambiente onde ele fica e se for preciso leva ao veterinário. “O mais importante é a atenção e o carinho que dou para os animais. Geralmente, os tutores chegam em casa à noite e estão cansados, enquanto eles ainda estão agitados, querem passear e brincar, porque ficaram durante o dia todo sozinhos”, explica Camila, que já atende a 15 clientes na capital. Sem tempo para cuidar do labrador Acran, de 7 anos, o servidor público Marcos Silveira, 51, precisou recorrer aos serviços da babá. “Antes, meu filho era criança e tinha tempo para dar atenção. Agora, todos estudam, trabalham, e o Acran passava até dois meses sem tomar banho”, conta.
Mas os cuidados com os animais não param por aí. Quem se dedica ao trabalho também precisa ter jogo de cintura para atender a pedidos inusitados. “Uma vez tive que cuidar de um cãozinho de uma moça que estava casando e queria que ele entrasse na igreja carregando as alianças, mas ele era muito medroso”, conta a pet sitter Luiza Franklin. Em outubro, ela já está escalada para outra festa de casamento para cuidar de convidados ilustres: os dois pugs dos noivos.
Fonte: O Tempo

Comissão parlamentar defende touradas como bem de interesse cultural na Espanha.



O toureiro David Mora em tourada em San Isidro dia 10 de maio de 2013, em Madri. (Foto: Agência Efe)
Diversas organizações de defesa dos direitos animais recusaram a proposta de uma comissão no Parlamento da Espanha, de proteger a tourada declarando-a um bem de interesse cultural. As informações são do jornal Los Tiempos.
“Ao apoiar e proteger o passatempo cruel e ultrapassado das touradas, o Governo espanhol corre o risco de manchar sua reputação e deixar um terrível legado para as gerações futuras. O tormento e a morte de animais por meio da diversão, ou por razões culturais, não podem ser aceitos e muito menos protegidos,” diz Ricardo Jiménez, gerente de comunicações da Sociedade Mundial para a Proteção Animal (WSPA).
É assegurado ainda que as corridas de touros são um espetáculo já em declínio. A proteção como bem de interesse cultural não apenas poderia provocar que fundos públicos fossem utilizados para apoiar esta indústria cruel, como também faria com que algumas das proibições regionais às touradas, que já existem em regiões autônomas como Catalunha, fossem revertidas, e inclusive poderia haver mudanças na educação, fazendo com que sejam vistas de maneiras positivas pelas crianças.
A tourada é, a grosso modo, uma luta com touros, tradição que existe sobretudo na Espanha para seus mais fiéis seguidores, ainda que vários países do mundo, como México, Colombia, Venezuela, Cota Rica, Equador, Venezuela e inclusive a China e a Índia a praticam.
A forma mais comum da tourada é a roda, que se pratica em várias regiões da Espanha. A tourada se caracteriza pelo uso de ferramentas afiadas como espadas e lanças para derrotar um touro de maneira agonizante em um espaço público.
Existe a “Lidia”, outra modalidade para tourada, conhecida como a prática do toureiro em uma roda. Esta também já foi rejeitada por várias comunidades de proteção de animais, que solicitaram a proibição da mesma por se tratar de uma “mostra” da crueldade humana.
Na região espanhola de Catalunha está aprovada a proibição de touradas desde o ano de 2012.
Por último, uma pesquisa recente, realizada por Ipsos MORI para a Sociedade Humanitária Internacional, revela que a maior parte dos espanhóis não aprovam a utilização de fundos públicos para a realização de touradas e ainda revela que  ¾ desta população pesquisada não assistem a uma tourada já há uns cinco anos.

Fonte: ANDA