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quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Governo reconhece 17 métodos alternativos ao uso de animais em pesquisas.

Empresas devem substituir testes em até cinco anos

                                                                 A raça beagle era uma das mais utilizadas em testes (Foto: Thinkstock)

Resolução do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação publicada hoje (25/9) no Diário Oficial da União reconhece 17 métodos alternativos ao uso de animais em atividades de pesquisa no Brasil.

O texto cita métodos alternativos validados por centros internacionais que tenham por finalidade a redução e a substituição do uso de animais em atividades de pesquisa, além de procedimentos mais refinados. Ainda segundo a pasta, todos os 17 métodos têm aceitação regulatória no exterior.

Uma das alternativas a testes em animais para saber se o produto causa irritação na pele será uma espécie de pele artificial. Também foi aprovado o método in vitro, que usa culturas celulares para avaliar, por exemplo, possíveis danos de substâncias ao DNA.

A resolução estabelece um prazo de cinco anos para a substituição obrigatória do método original.
O assunto ganhou destaque no fim do ano passado, quando ativistas contrários à prática de testes laboratoriais em animais invadiram o Laboratório Royal – no município de São Roque, no interior paulista – e levaram 178 cachorros da raça beagle. Eles acusavam a unidade de maltratar cães, coelhos, ratos e outros animais usados em pesquisas científicas. O laboratório encerrou as atividades em novembro de 2013.

Fonte: revistagloborural

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Nasce filhote da gorila Lou Lou no Zoo de BH


                            O filhote fica agarrado ao colo da mãe nos primeiros dias de vida






Nasceu na madrugada desta terça-feira (02-09-14), no Zoológico de Belo Horizonte, o filhote da gorila Lou Lou, 10 anos – o primeiro filhote da espécie nascido em cativeiro da América do Sul. De acordo com a Fundação Zoo-Botânica de Belo Horizonte, mãe e filhote passam bem e precisam apenas de tranquilidade para repouso nos próximos dias. Ainda não é possível determinar o sexo, porque nos primeiros meses de vida o animal fica agarrado ao ventre da mãe, o que dificulta a identificação. O pai Leon, de 16 anos, está pertinho do filhote nessas primeiras horas.
A equipe do Zoo está trabalhando para que os animais fiquem confortáveis e sem estresse. Os visitantes podem contribuir para que todo processo transcorra o mais naturalmente possível, tendo paciência, deixando a área com menos barulho e seguindo as orientações dadas pela fundação.
De acordo com o presidente da Fundação Zoo-Botânica de Belo Horizonte, Jorge Espeschit, o nascimento do filhote e a gestação da outra gorila Imbi, de 14 anos, representa um feito importante do ponto de vista da conservação ambiental. Para Imbi, a previsão é de que o parto aconteça de 5 de setembro a 23 de outubro.

Segundo o diretor do Jardim Zoológico, Gladstone Corrêa, os animais continuarão tendo acesso a todas as áreas do recinto onde vivem, mas a tendência é que a fêmea se isole com seu filhote. Lou Lou deve buscar locais onde se sente mais segura prejudicando inclusive a visualização pelo público.

O pai do gorila brasileirinho, que nasceu nesta terça, é espanhol e a mãe inglesa. O Estado de Minas já havia adiantado ontem que a expectativa pelo nascimento crescia a cada dia, pois desde 31 de julho Lou Lou estava pronta para dar à luz. A gestação de uma gorila dura de 237 a 285 dias, uma média de 255 dias ou cerca de oito meses e meio. O parto acontece após a ruptura da bolsa amniótica e a própria fêmea costuma puxar o bebê. Ainda não foram revelados pela fundação os detalhes sobre o parto de Lou Lou.