terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Comissão especial da Câmara vai consolidar normas de proteção aos animais.


O presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves, anunciou nesta terça-feira (4-02-14) a criação de uma comissão especial para consolidar, em uma única lei, os projetos e normas existentes referentes à proteção dos animais. O colegiado será composto por 23 membros titulares e o mesmo número de suplentes.
A criação da comissão foi uma reivindicação da bancada do PV, com apoio do Solidariedade (SDD), apresentada e aprovada pelo Colégio de Líderes em 10 de dezembro de 2013 – Dia Internacional dos Direitos Animais.
O objetivo dos partidos é dar tratamento uniforme e adequado a essas proposições. Tramitam atualmente na Casa 185 projetos de lei que disciplinam o assunto. “Uma legislação consolidada traz segurança jurídica, facilita o entendimento legal e elimina dúvidas sobre como lidar com a questão. Ela também irá estabelecer um marco regulatório da relação das pessoas com os animais, protegendo a fauna e, por sua vez, dando as respostas pelas quais a sociedade clama”, afirma o líder do PV, deputado Sarney Filho (MA).
O SDD criou ainda o Solidariedade Proteção aos Animais, grupo de trabalho que visa direcionar políticas específicas sobre maus-tratos, uso em pesquisas, controle populacional, tráfico, criminalização, proteção, saúde, comércio e preservação das espécies, entre outros aspectos.
“O debate sobre os direitos dos animais é um dever do Poder Público. Discussões sobre maus-tratos, por exemplo, tomam proporções cada vez maiores. Nosso partido criou o Solidariedade Proteção aos Animais para entrar nessa importante discussão”, destacou o líder da legenda na Câmara, deputado Fernando Francischini (PR).
A iniciativa teve como motivação não só os episódios de maus-tratos a animais e seu uso em pesquisas científicas, mas, principalmente, a necessidade de preservar a riqueza e o bem-estar da fauna nativa, silvestre, doméstica, domesticada ou exótica, bem como atualizar a Lei de Proteção à Fauna (5.197/67), que no dia 3 de janeiro completou 47 anos.
Como marco do começo desse processo, ocorrerá em Brasília, entre os dias 17 e 20 de fevereiro, em frente ao Congresso, o Acampamento Nacional dos Animais, uma vigília que reunirá protetores e ativistas de todo o país pela aprovação de leis há anos em tramitação.


Ter animais em casa pode diminuir risco de alergia.


A maioria das pessoas têm a idéia na cabeça de que manter animais em casa como gatos e cachorros possa aumentar as chances de desenvolver alergias. Mas, estudos nos sugerem exatamente o contrário.
Os animais na verdade parecem ter um outro efeito. Pesquisas descobriram que as crianças que são expostas a animais durante o seu primeiro ano de idade mostram menos probabilidade de desenvolver alergias a gatos e cachorros no futuro.
O estudo publicado no jornal Clinical e Experimental Allergy pelos pesquisadores em Detroit no Hospital Henry Ford, foi realizado com 566 meninos e meninas desde o nascimento até os 18 anos. Os pesquisadores coletaram regularmente dados das famílias das crianças sobre sua exposição a animais. Na fase final da pesquisa, os especialistas colheram amostras de sangue dos examinados e testaram sua sensibilidade a cães e gatos.
O resultado foi o seguinte: as crianças que tinham um gato em casa durante o seu primeiro ano de vida tinham metade da probabilidade de serem alérgicas ao animal em relação aos outros que não tinham contato. O risco baixo também foi observado em meninos que tinham um cachorro durante a infância. Mas curiosamente o efeito não foi tão forte como em meninas.
A pesquisa concluiu também que a exposição aos animais em idades mais avançadas não mostrou muita diferença, é o contato durante a infância, principalmente no primeiro ano de vida que importa.

Fonte: Doutíssima

Bióloga afirma que macaco Chico morreu de insuficiência renal devido a idade.

                                                                                       (Foto: Fabio Rodrigues/G1)
Insuficiência renal causada pela velhice é a causa da morte do macaco-prego Chico, segundo a bióloga que acompanhava o animal, Ariane Leoni. Chico ficou doente na quarta-feira (5-02-14) e morreu na sexta (7-02-14), nos braços da tutora, em São Carlos (SP).
A relação de 38 anos com a aposentada Elizete Farias Carmona, de 71 anos, ficou conhecida em todo país e gerou repercussão internacional quando ele foi retirado dela pela Polícia Militar Ambiental, após uma denúncia. Eles ficaram separados durante 16 dias e uma liminar da Justiça obrigou o retorno do animal para Elizete, que adequou a casa para continuar com ele.
Polêmica
O corpo do macaco Chico está em uma clínica veterinária da cidade e a tutora quer enterrá-lo. Mas, para isso, precisa de uma autorização da Polícia Militar Ambiental, que disse não ter sido notificada sobre o assunto ainda.
O corpo de Chico ficou no consultório veterinário. Elizete quer enterrar o ‘filho’ no ‘Recanto do Chico’, local criado para que o animal pudesse retornar para a tutora. “Ele foi muito amado. Nem quero ir ao cantinho dele, porque me dá muita saudade”, afirmou.
Segundo o advogado da família, Flávio Lazzarotto, o macaco deve ser enterrado nesta segunda-feira (10), no quintal de Elizete.

Fonte: G1

Casal resgata cachorros abandonados e cria o “Big Dog Brasil” para incentivar adoção.


Cinco SRDs abandonados se tornaram participantes de um reality show canino, o Big Dog Brasil, onde quem sai da casa é o vencedor da vez.
A página foi criada no Facebook para incentivar a adoção dos animais.
Os filhotes foram abandonados com sarna no bairro Jardim Casqueiro em Cubatão (SP) e uma senhora de 75 anos os retirou da rua para que não fossem atropelados.
A estudante Lívia Carolina Coelho soube da história e levou os cinco cães para sua casa em São Vicente, litoral de São Paulo. Eles já estão sendo tratados contra sarna e vermes.
Lívia e o namorado, o médico Daniel Bastos, criaram o Big Dog Brasil, que já atraiu mais de 1.500 pessoas. Os participantes receberam nomes de personagens de filmes: as fêmeas são Elvira, Mia Wallace e a Peter Parker, e os machos são John McClane e Mr. Darcy.
Todas as fotos são postadas com brincadeiras referentes ao reality, com direito a cancelamento da prova do líder devido à destruição completa do chinelo, clima de romance na festa e a big fome dos cachorrinhos.
No domingo (02/02/14) a cachorrinha Peter Parker foi a primeira a ser adotada, pela Ana Júlia.
A torcida é para que todos os participantes saiam vitoriosos do Big Dog Brasil, em novos lares.

Fonte: Portal Dog

Veja como cuidar de fraturas em animais.

                                                                                                        Foto: Shutterstock
Tão comum quanto em crianças, as fraturas causadas por quedas merecem mais atenção de sua parte. Normalmente, é o próprio animal a sinalizar que algo está errado evitando usar a pata machucada. “Ao quebrar um membro, o animal tende a levantá-lo, evitando o seu uso. Em alguns casos é possível até ver a parte fraturada balançar, quando o animal caminha. A dor local à palpação também é um indício de fratura”, explica Eduardo Pacheco, diretor clínico do Hospital Veterinário Santa Inês (SP). Quando perceber isso, mantenha a calma. “Agir assim é essencial para tomar medidas que auxiliem seu amigo a passar por esse momento delicado da maneira menos traumática possível”. É o que aconselha Mario Mercondes, médico veterinário e diretor clínico do Hospital Veterinário Sena Madureira (SP).
Como agir
A primeira coisa a fazer é conferir se há sangramento. Em caso positivo, comprima-o com uma gaze ou pano limpo para estanca-lo. Quando ele estiver ausente, o melhor a ser feito é levar o animal para um hospital veterinário. Não é recomendado improvisar uma tala. “Esse procedimento precisa ser feito por profissionais especializados, pois uma tala malfeita pode ter consequências drásticas para o animal, como perder a pata acometida”, adverte Eduardo Lipparelli, médico veterinário e diretor técnico do Pet Care (SP). A técnica deve ser utilizada apenas nos casos em que o animal precisa enfrentar um longo trajeto até o hospital. “Dessa forma o membro ficará mais estabilizado para que o animal seja levado ao pronto socorro sem o osso balançar ou deslizar, o que pode lesionar ainda mais a pele e tecidos adjacentes, além de provocar dor”, fala Mercondes.
Peça ajuda
Quando for transportar o animal machucado até o profissional, o ideal é contar com a ajuda de alguém. “Acomode-o de forma confortável no carro sem manipular a fratura — apenas mantendo a patinha levemente esticada em sua posição anatômica. No hospital, o veterinário aplicará uma medicação contra a dor, outra anti-inflamatória e fará uma tala provisória que permanecerá até a pata desinchar. Para definir o tratamento, o médico fará uma radiografia”, esclarece Mário.
Após o tratamento
O processo de recuperação é muito importante, independente do caso. De forma geral, o conselho médico é repouso. Porém, quanto mais rápido o animal consiga apoiar a pata, mais rápida será a melhora. Segundo Pacheco, “O restabelecimento após a cirurgia costuma ser muito bom e tranquilo, e o osso se consolida em 60 a 90 dias. É indicado, na maioria dos casos, o uso de fisioterapia concomitante para evitar atrofias musculares”, conclui o veterinário.
Veja como evitar as fraturas
Proteja janelas, sacadas e escadas para evitar quedas.
Fique atento com móveis e lugares simples, mas que podem ser perigosos como beliches, sofás, lajes, sacadas e até o seu colo.
Nos momentos das brincadeiras, evite movimentos bruscos e, sobretudo tenha mais cuidado com os animais pequenos.
Ao sair para um passeio, não esqueça guias e coleiras. Isso evita fugas, atropelamentos e mordeduras, entre outros acidentes.


Fonte: Revista Viva Saúde

Pesquisa afirma que cachorros têm sentimentos comparados aos de crianças.


Gregory Berns, professor de neuroeconomia da Emory University, nos Estados Unidos, fez uma pesquisa por dois anos com o intuito de entender o funcionamento do cérebro dos cães e descobrir o que eles pensam sobre as pessoas. Após vários testes e experimentos, ele concluiu que os cachorros usam a mesma parte do cérebro humano para sentir.
Para isso, o pesquisador usou uma máquina de ressonância magnética, capaz de analisar o cérebro humano. Os exames foram feitos com os animais completamente acordados, e não anestesiados. Desta forma o exame permitiu mapear pela primeira vez as reações cerebrais dos cachorros a estímulos. Todos os cães que participaram foram voluntários e podiam desistir de participar da pesquisa quando quisessem.
Para que o teste pudesse ser feito com cão imóvel, Berns contou com a ajuda de Mark Spivak, um treinador de cães que o ajudou a ensinar Callie, a cachorra do pesquisador e a primeira voluntária, a ficar imóvel durante o procedimento da ressonância magnética. Após alguns meses, dezenas de cachorros se tornaram voluntários na pesquisa.
Os mapas cerebrais gerados pela máquina comprovaram que os cães usam a mesma parte do cérebro humano para prever situações prazerosas: o núcleo caudado. Essa área, entre o tronco cerebral e o córtex, é rica em receptores de dopamina e costuma ficar mais ativa nos humanos diante de situações que envolvam comida, amor e dinheiro. Também foi essa a região estimulada nos cães quando simularam que receberia um petisco ou quando o tutor reapareceu após ficar alguns minutos distante.
A médica veterinária, Jamile Haddad, da Conspet Veterinária, de Foz do Iguaçu, aponta também que, através do mapeamento cerebral, será possível abrir ainda mais o leque de emoções animais que já foram há muito tempo descritas na literatura, como por exemplo a compaixão, o altruísmo e até mesmo fenômenos perceptivos mais complexos, como a telepatia e a premonição, cujo exemplo mais notório é a do gatinho Oscar, que conseguiu prever a morte de 25 pacientes de uma enfermaria de um hospital para idosos nos EUA, percepção esta que muitas vezes escapa a compreensão atual da ciência.
Berns defende que a capacidade de experimentar emoções positivas, como o amor e o apego, significaria que os cães têm um nível de sensibilidade comparável a de uma criança humana.

Fonte: CBN