quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Gap deixa de vender produtos de peles de animais graças à petição.

                                                                                                            Foto: Change.org
O público falou e uma das maiores redes varejistas de moda dos Estados Unidos ouviu. Após uma petição solicitando à Gap Inc. que parasse de vender produtos de pele de animais em sua loja Piperlime, a companhia anunciou que irá atender ao pedido. As informações são da Ecorazzi.
“As opiniões e pontos de vista dos clientes são importantes para nós”, escreveu Debbie Mesloh, diretora senior de Relações com o Consumidor da Gap Inc., na página da petição do site Change.org. “E por esse motivo, imediatamente, a Piperlime não irá mais vender produtos de peles, tenham sido eles produzidos por nossa companhia ou não. Esta é uma expansão que vai além de nossa atual política de proibição de peles verdadeiras nos produtos da nossa marca”. A Piperlime é uma loja online multimarcas que pertence à Gap Inc.
A petição, que foi iniciada por Sarah Maddux, moradora da cidade de Williamsburg (Virgínia), reuniu mais de 50 mil assinaturas pedindo que a rede deixasse de vender peles de coelhos e raposas em seu site. Maddux criou a petição após ter visto um anúncio no Facebook promovendo peças feitas de peles à venda na Piperlime.
“A Gap é uma das minhas marcas favoritas, e estou muito feliz pela Gap Inc. ter concordado em parar de vender peles nas lojas da Piperlime”, escreveu Maddux em uma atualização. “Assim como as 50 mil pessoas que assinaram a minha petição no Change.org, eu não imagino que alguém pense que coelhos e raposas devam ser mortos em nome da moda, e é inspirador ver que a minha voz despertou esta mudança”.

Na esteira de notícias sobre investigações sigilosas que mostraram não só a crueldade por trás de fazendas de peles, mas também um grande varejista vendendo peles verdadeiras com o rótulo de “falsas”, a Gap Inc. tomou iniciativas além das expectativas, para garantir a todos os signatários da petição que a empresa está levando o assunto a sério.
Fonte: ANDA

Bombeiro é chamado de “anjo” após realizar respiração boca-a-boca em cão resgatado em incêndio.

                                                                                                        Foto: Reprodução
Um bombeiro que fez respiração boca-a-boca em um cão depois de resgatá-lo em um incêndio está sendo chamado de anjo pelos moradores da região onde o incidente ocorreu.
Carlos Arana, de 42 anos, foi chamado para um incêndio em Sagunto, uma cidade na província espanhola de Valência.
Depois de apagar o fogo, ele e seus companheiros de tripulação encontraram um filhote de cachorro de dois meses de idade, inconsciente.
O bombeiro Cristobel Jover Badia, que faz parte da mesma equipe, disse: “Carlos pegou o cachorro e correu para fora, onde começou a bombear seu peito. O pobrezinho estava completamente mole, mas Carlos estava decidido a salvá-lo”.
Vídeo mostrando bombeiro realizando respiração boca-a-boca em cão resgatado em incêndio repercutiu na Espanha. Homem foi chamado de anjo por moradores.
                                                                                                     Foto: Reprodução
“Ele colocou uma máscara de oxigênio sobre o focinho, mas como nem isso nem o bombeamento funcionou, cuidadosamente abriu a boca e começou a realizar a respiração de salvamento.”
Após cerca de 5 minutos o cão começou a mover as pernas. Os vizinhos descreveram Arana como um “verdadeiro herói do Valencia.”

O cão foi levado aos veterinários posteriormente, já com vida, mas infelizmente, horas depois faleceu por conta da inalação excessiva de fumaça.
Fonte; ANDA

Seca e queimadas obrigam animais a buscar socorro e refúgio nas áreas urbanas.

                                                                                                      Foto: Divulgação
A estiagem de meio de ano não chega a constituir novidade para os mineiros, que até conseguiram se adaptar a ela e aos incômodos que causa. Evitando fazer atividades que provocam maior desgaste físico entre as 10 horas da manhã e as três da tarde e nos lembrando de tomar água regularmente para hidratar o organismo, até dá pra encarar o tempo seco numa boa.
O problema é que este ano a falta de chuvas está se prolongando muito além do esperado e as consequências começam a se refletir em nosso dia a dia. A falta de água nas torneiras, cada vez mais constante, é um alerta de que, se não aprendermos a usar racionalmente este recurso natural, podemos ser forçados a fazer a economia diária por um programa governamental de racionamento, algo que ninguém deseja.
                                                                                                   Foto: Divulgação
Se falta água em nossas torneiras é porque ela também anda escassa nos rios, fontes e nascentes e os animais, por não encontrá-la em seu habitat, invadem a área urbana das cidades na ânsia de matar a sede. Outro fator que provoca a migração forçada de animais é a incidência de incêndios, que aumentou assustadoramente nos últimos dias.
A informação é do comandante do Terceiro Pelotão do Corpo de Bombeiros (com sede em Conselheiro Lafaiete), tenente Ronaldo Rosa de Lima. “O corpo de Bombeiros atendeu mais de 85 ocorrências e houve um agravamento do quadro durante o mês de setembro. Se não ocorrer um volume considerável de chuva nos próximos dias e persistir o período de estiagem, a tendência é de aumento das ocorrências de incêndios”, declarou o militar.
Recentemente, uma siriema, ave que emite um dos mais melodiosos cantos a povoar nossas matas , foi flagrada em pleno centro de Conselheiro Lafaiete. A ave foi capturada na rua Assis Andrade, próximo à Câmara Municipal, e entregue aos cuidados da equipe do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ).
O tenente Ronaldo comentou o episódio, até pouco tempo inusitado, que já está começando a ficar corriqueiro: “Infelizmente, quem sente de maneira direta os efeitos nocivos das queimadas são nossa fauna e flora, mas o ser humano também é afetado. Às vezes o dano ambiental é irreparável. Quando se faz uma queimada assume-se o risco de eliminar diversas espécies animais, desequilibrar o sistema ecológico. Os mais prejudicados são serpentes, animais peçonhentos, macacos, pássaros e outros animais silvestres que, em busca de alimentos, acabam indo para a cidade”.
É crime
O tenente Ronaldo reafirmou que provocar queimada é crime inafiançável. Se você vir alguém ateando fogo à vegetação, acione a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros para que sejam tomadas providências.

Fonte: Fator Real

Denúncias em redes sociais ajudam a coibir maus-tratos a animais, diz delegado.

 
Casos de maus tratos diminuíram a partir de 2012, aponta levantamento da Decat (Foto: Maria Lucia Metello)

A comoção nas redes sociais e a participação de internautas em denúncias de maus-tratos a animais tem ajudado a diminuir as estatísticas de crimes deste tipo em Mato Grosso do Sul nos últimos anos. É o que afirma o delegado Silvano Mota, titular da Decat (Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Ambientais e de Atendimento ao Turista). Segundo ele, a população tem se tornado mais intolerante e repercutido amplamente casos de maus-tratos.
“O clamor das redes sociais tem ajudado a coibir os crimes. As pessoas estão denunciando, compartilhando em seus perfis, então os possíveis agressores já estão percebendo que as atitudes não serão toleradas”, explica Mota.
Os números de boletins de ocorrência registrados na Decat ilustram a diminuição no número de casos. Em 2012, foram registradas 62 ocorrências de maus-tratos em Campo Grande, e 183 no Estado. No ano seguinte, o número caiu para 39 na Capital e 144 no interior. Já este ano, até o mês de setembro a delegacia contabilizou 37 boletins de ocorrência em Campo Grande e 132 em Mato Grosso do Sul.
Proteção
Para quem trabalha em defesa dos direitos dos animais, apesar da diminuição de registros de ocorrências, o cenário ainda não é positivo. A protetora Maria Lucia Metello, representante de Mato Grosso do Sul no Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal, explica que há diversos casos de maus-tratos em que as denúncias não são formalizadas e acabam não entrando para as estatísticas.
“Muitas vezes nós defensores recebemos ligações de pessoas que denunciam mas não querem se identificar, não querem registrar boletim de ocorrência pra não se comprometerem”, explica Maria Lúcia. “Em alguns casos, quando vamos até o local averiguar, conseguimos conversar com os tutores do animal e solucionar o problema sem levar a ocorrência à justiça. Temos que avaliar, tentar fazer conciliação. Mas quando necessário, acionamos a polícia”, completa.
Apesar disso, Maria Lúcia, que trabalha em defesa dos direitos dos animais há 13 anos, também avalia como importante a repercussão de denúncias nas redes sociais. “Ajuda muito. Antes a gente trabalhava sozinho, mas agora povo começou a ver e perceber a gravidade dessas situações”, finaliza.

Fonte: O Estado Online

Abandono de animais em pet shops e clínicas é contra a lei

Muita gente não sabe, mas abandonar animais em clínicas veterinárias, ONGs ou pet shops, configura crime passível de punição. Em alguns casos, a atitude pode parecer bem intencionada, quando as pessoas que fazem isso agem assim porque acharam um animal atropelado ou machucado e gostariam de ajudar. Mesmo assim, a ação prejudica os protetores e entidades de proteção animal, que devido a falta de políticas públicas para coibir o abandono e os maus tratos, acabam acumulando casos de resgates e dívidas.
Infelizmente, a intenção pode ser a pior, quando esses animais são abandonados em estradas e vias movimentas justamente para morrer, ou quando o tutor do animal decide que não quer mais criá-lo e simplesmente o põe para fora de casa, deixando-o vagando pelas ruas sujeito a todo tipo de maus tratos.
O decreto federal 24.645, que é normatizado pelos municípios, criminaliza a prática de “abandonar animal doente, ferido, extenuado ou mutilado, bem como deixar de ministrar-lhe tudo o que humanitariamente se lhe possa prover, inclusive assistência veterinária” em seu artigo 3°. Mesmo assim, a prática tem se tornado comum em Minas Gerais.
Em Belo Horizonte, a protetora de animais Candice Araújo, de 37 anos, é uma das que sofre com isso. “Já deixaram várias vezes cachorro no meu portão porque sabem que eu cuidaria, mas minha despesa com tantos resgates é alta, e eu pago aluguel e ganho pouco, então acabo sofrendo com isso. Infelizmente, o abandono é mais comum do que imaginam. Uns abandonam na porta de um protetor, outros em pet shops, e ainda há aqueles que abandonam na BR para que morram atropelados, outros apenas põem o bichinho pra fora de casa e o pobre fica vagando nas redondezas do antigo dono”, conta. A protetora, atualmente, mantém 15 cães e 16 gatos em casas, entre animais tutelados por ela, resgatados das ruas e também de outros tutores que a pagam para cuidar.
A veterinária Raphaele Lessa, de 26 anos, também moradora da capital, conta que a prática é recorrente na clínica em que trabalha. “Acontece muito, já deixaram filhotinhos de gato que acabaram de nascer, na placenta ainda, ou ninhadas inteiras de animais, cachorros e gatos maltratados, doentes, extremamente debilitados. Os que sobrevivem, a gente consegue encaminhar pra uma adoção. Mas isso é ruim pra gente, é muito melhor quando a pessoa nos procura e pede ajuda. Essa atitude é apenas jogar o problema nas costas dos outros”, explica.
Outra protetora, que promove feiras de adoção em Contagem, mas não será identificada, conta que a atitude é frequente. “Os bons veterinários não sacrificam nunca. Eles colocam para adoção e sofrem com o excesso de animais que acabam ficando com eles por não poderem ser adotados, mas é claro que nem todos os veterinários são assim, porém, nenhum deles irá admitir que sacrifica animal de forma aleatória. Se descobrirmos este crime, denunciamos na hora. Quando o infrator é identificado pelas câmeras de segurança ou por testemunhas, ele é indiciado pelo crime de abandono”, explica
Mico
A responsável por um clínica veterinária em Divinópolis, na região Centro-Oeste de Minas, Eliane Andrade, de 54 anos, acolheu um inusitado animal abandonado em sua porta: um sagui recém-nascido. “O pobrezinho estava aqui na porta, a gente acha que a mãe dele morreu. Já tem umas duas semanas que estamos cuidando dele, o alimentando na mão, e parece que ele vai sobreviver”, conta a veterinária.
A grata surpresa foi ver que o pequeno se afeiçoou a outro animal de Eliane, a cachorrinha Lira. “Como ele sente muita falta da mãe ele fica chorando quando não está com a Lira. Adora ficar nas costas dela, e ela também é muito boazinha, então, acabou adotando ele. Hoje em dia quem dá o exemplo pra gente são os animais”, conta.
Além de Lira e do sagui, Eliane acabou adotando também uma gatinha que foi abandonada na clínica. “Essa gatinha acabou ficando pra mim também. A pessoa deixa aqui, fala que vem buscar e acaba não voltando e fica sem pagar. Infelizmente, isso acontece muito. Aí eu castrei a gatinha, cuidei dela, e ela se adaptou tão bem que sempre volta para comer e descansar. Quando a pessoa não vem buscar, eu deixo o animal solto, mas continuo tratando. Nunca sacrifiquei nenhum animal que tenha sido abandonado aqui”, conta.
A veterinária conta que após tratar e cuidar do sagui e ele começar a conseguir se alimentar sozinho, irá acionar a Polícia Militar de Meio Ambiente, para que ela possa ser encaminhado e readaptado à natureza.
Hospital público veterinário
O ambientalista e protetor de animais Franklin de Oliveira, de 46 anos, considera a atitude irresponsável. “Hoje existem inúmeros grupos de defesa animal nas redes sociais que podem ajudar uma pessoa que quer doar um animal. Empurrar o ´problema´ para os outros é muita maldade, além de ser ilegal. O abandono de animais é crime. A maioria dos animais abandonados em clínicas estão doentes. Por isso que hoje, umas das nossas maiores bandeiras é a criação de hospitais veterinários públicos para atendimento aos animais das populações carentes. Isso com certeza diminuiria o abandono”, diz.
Para o ambientalista, ao se encontrar um animal ferido ou abandonado, uma das saídas é divulgar nas redes sociais e buscar ONGs e grupos de defesa animal em sua cidade. “Lembrando que todos estes grupos estão endividados, então, toda ação deve ser compartilhada. A pessoa que resgatou o animal pode dividir os custos”, explica.
                                                      Gatinha foi abandonada na porta na clínica, e veterinária a adotou

Fonte: O Tempo

Animais são abandonados em pet shops e clínicas veterinárias.

                                            Muitos tutores abandonam seus animais domésticos (Foto: Banco de Imagens)
Você que tem seu animal doméstico e o trata com todo carinho e amor nem imagina uma maldade dessas, mas o abandono de animais em pet shops e clínicas veterinárias está se tornando cada vez mais comum. No Paraná, uma funcionária de um hospital veterinário registrou com um celular outro abandono, em plena luz do dia. Em alguns casos, os animais não são só abandonados, mas maltratados por quem deveria cuidar e amar o animal.
No Rio Grande do Sul já tem estabelecimento fechando as portas por não ter como ficar com tantos animais deixados pelos tutores. Em Curitiba, no Paraná, um homem largou três cadelinhas na porta de um pet shop. O crime foi planejado, pois o tutor colocou na caixa uma rede e ainda lacrou para impedir a fuga.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde, no Brasil são 30 milhões de animais abandonados, sendo 10 milhões de gatos e 20 milhões de cães. “A pena para esse crime é de 3 meses a 1 ano de detenção e multa. Se você viu alguma situação de abandono ou maus-tratos, ligue 190 e denuncie”, alertou Ana Maria.

Fonte: GShow