terça-feira, 23 de abril de 2013

Moradores se mobilizam para ajudar égua intoxicada.


Perante a saúde debilitada do animal, moradores do bairro pediram ajuda a vários órgãos da cidade
(Foto: Reprodução)
Moradores do bairro Abadia, após se sensibilizarem com a situação de uma égua que estava intoxicada, entraram em contato com jornais locais, pedindo ajuda para que o animal não morresse. A situação foi denunciada por uma das moradoras que estava ajudando voluntários a cuidar do animal, que estava passando muito mal.
De acordo com Magali Lima, o animal, de tutela do carroceiro Clarício Leocádio, muito conhecido na região, ao pastar, acabou ingerindo uma sacola plástica, o que causou a infecção estomacal. Além da intoxicação, a égua estava prenha, o que dificultou ainda mais o seu tratamento, preocupando aos moradores, que ficaram sensibilizados com a situação. “Pedimos ajuda a vários órgãos, mas não conseguimos tirar o animal da rua. A única coisa que pudemos fazer foi vigiar durante todo o tempo e contar com a colaboração de um médico veterinário, Leandro Gianvechio, que ficou à disposição do animal, fazendo o possível diante dos recursos que tínhamos em mãos”, declarou.
Magali ressaltou ainda que, conforme as necessidades, eram comprados, às pressas, soros e medicamentos para manter o animal vivo. “Conforme surgia a necessidade, compravámos o que o animal precisava, como medicamentos, por exemplo. Até almoço foi cedido ao tutor da égua, que em momento algum saiu de perto”, afirmou.
A gerente clínica do Hospital Veterinário de Uberaba, Denise Gomes, informou que, infelizmente, de forma gratuita, não seria possível o atendimento, uma vez que a instituição é particular e não possui verbas públicas para esses procedimentos. Porém, ressaltou que o hospital não negaria o atendimento e, diante dos fatos, seria fornecido um desconto para os procedimentos.
A Prefeitura de Uberaba também foi procurada e, por meio de sua assessoria, informou que a equipe da Secretaria de Serviços Urbanos e um médico veterinário seriam disponibilizados para tentar resolver o caso, contudo, lembrou que, infelizmente, o município não dispõe de um hospital veterinário público, mas, o que estivesse ao alcance seria feito. No final da tarde de sexta-feira, o animal já havia sido atendido e passava bem.


Gato é encontrado em estacionamento amarrado com fita adesiva.



Na ultima quinta-feira, 18 de abril, um oficial do departamento  de cuidado e controle de animais de  Los Angeles, na Califórnia, fez uma descoberta chocante e perturbadora.  As informações são do siteExaminer.
De acordo com o departamento, uma caixa contendo um gato de dois anos de idade, cujo rosto e patas estavam amarrados com  fita adesiva vermelha, foi encontrada no estacionamento do departamento de cuidados e controle de animais.
O funcionário que encontrou o gato notou que ele estava lutando para respirar debaixo da fita sufocante.
Felizmente, o gatinho que agora é conhecido como “Amigo”, foi descoberto a tempo e ele parece não apresentar sequelas depois deste  ato deliberado de crueldade.
Amigo está se recuperando no Baldwin Park Animal Care Center. Ele é um dos 59 gatos que estão listados no achados e perdidos do departamento.
Não há nenhuma informação sobre o responsável por abandoná-lo nessas condições.

Fonte: ANDA

Cão passa quatro dias deitado sobre tutor e salva sua vida, na Austrália.



Por quatro dias e noites frias, Herbert Schutz, de 76 anos, esteve preso sob seu carro, após sofrer um acidente, na Austrália. Ninguém sabia onde Schutz estava, exceto seu cão, Boydy, que permaneceu ao seu lado durante todos os momentos.
O tutor bateu o carro dentro de sua propriedade em Rylstone, no centro-oeste do país, na quinta-feira passada. A ajuda só chegou na manhã desta segunda-feira e graças a seu cão leal. Durante os quatro dias, Boydy se manteve deitado dobre o tutor para mantê-lo aquecido.
Quando os paramédicos chegaram, ficaram surpresos ao ver Schutz vivo, pois era improvável que um homem já idoso pudesse resistir. Mesmo assim, graças a Boydy, Schutz foi resgatado em muito boas condições, apesar de quatro dias sem comida ou água, e preso debaixo do carro.
A polícia  foi acionada pela filha de Schutz, que tentou contatá-lo por telefone. Ela chamou seu vizinho e pediu-lhe para ir até a propriedade de seu pai e ver se estava tudo bem. Após andar pela propriedade, o vizinho  Eric Merrett disse que, saindo de seu próprio carro, pode avistar o veículo acidentado de Schutz e que temia o pior. ”Eu vi o carro, mas ele não estava lá … então eu ouvi ele gritar para seu cão”, disse Merrett.
Herbert Schutz, estava consciente quando foi encontrado e, após explicar o que aconteceu, declarou que sua vida foi salva pelo jovem Boydy, seu fiel amigo peludo. Schutz foi levado para o Hospital Rylstone, e em seguida para o Hospital John Hunter em Newcastle.  Ele teve algumas costelas quebradas e uma fratura na pélvis, mas está estável.
Boydy, o cãozinho herói, está sendo bem cuidado pelos vizinhos até que Schutz esteja bem o suficiente para voltar para casa.

Com informações de The Telegraph

Secretaria do Meio Ambiente descarta matança de pombos em Londrina (PR).



O abate, tido inicialmente como uma estrategia da administração para o controle da superpopulação de pombos em Londrina (PR), agora foi descartada pelo secretário municipal do Ambiente, Cleuber Moraes Brito. Na manhã desta segunda-feira (22), ele afirmou que pretende trabalhar com a estratégia de repelência das aves da área central e um plano de manejo a longo prazo.
A prefeitura vai trabalhar também a higienização das áreas públicas mais afetadas pelas fezes dos pombos. Dentro de 15 dias, a comissão que foi montada para avaliar o assunto irá apresentar os resultados dos trabalhos e detalhará as estratégias.
Brito informou que o abate, além de cruel, geraria uma operação gigante e cara aos cofres públicos. Ela ainda seria barrada pela falta de um levantamento do número de aves. Nas reunião da comissão chegou-se a levantar a estatística de 400 mil animais.
Fezes de pombos afetam especialmente área central
O secretário acredita que inicialmente deve ser aplicada uma técnica de repelência para melhorar o aspecto de áreas públicas, como o Bosque Central. “A gente imagina que se nós melhorarmos as áreas infestadas pelas fezes, a gente já melhora a condição de uso e a própria percepção da população”, disse.
O município ainda prepara um chamamento público para contratar uma empresa que fará o plano de manejo do Bosque Central, espaço mais atingido pela superpopulação das aves. A prefeitura já fez uma cotação de preços com empresas interessadas e deve lançar a concorrência em breve.

Justiça de Mato Grosso reforça atenção aos crimes contra animais.

Crimes cometidos contra animais ganham atenção especial dentro do Projeto de Lei 236/12 (projeto do novo Código Penal), discutido no Senado do MT, que prevê penas maiores e mais rigorosas contra quem pratica maus-tratos, abandono, omissão de socorro, comércio, entre outras condutas previstas no texto discutido sobre crimes contra o meio ambiente. A pena atual prevê detenção de três meses a um ano e multa sobre a prática de abuso, maus-tratos, ferimentos ou mutilação de animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos. A legislação prevê para os mesmos atos pena de prisão de 1 a 4 anos, conforme o artigo 391. Este é apenas um exemplo das mudanças que podem ocorrer.
Professora do curso de veterinária da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Adriana Borsa atua também em uma associação de proteção animal e conta que o abandono é muito comum e frequente, conduta que também figura maus-tratos. Para ela, o destrato aos bichos sempre existiu, mas hoje ganha destaque na internet e imprensa de um modo geral. “Acredito que isso esteja sensibilizando a população e as autoridades. Existe também uma maior conscientização da sociedade sobre crimes ambientais”. Cita como exemplo a história do cachorro Rômulo, que está em tratamento no hospital veterinário da UFMT. O animal foi atropelado no Centro de Cuiabá e dias depois encontrado dentro de uma caçamba de lixo. Rômulo não consegue andar diante dos ferimentos sofridos. “Vamos tratar e depois tentar achar uma família para cuidar”, diz.
Gestora judiciária do Juizado Volante Ambiental (Juvam), Patrícia Bezerra Oliveira explica que hoje, quando identificado casos de maus-tratos ou conduta inadequada do tutor do animal, a pessoa é intimada a comparecer na audiência de conciliação promovida pela Justiça, onde é realizado um acordo em que o tutor se compromete a garantir os cuidados necessários ao animal. Ressalta que é obrigação dele oferecer alimentação, local adequado com proteção para chuva e sol, e corrente que permita circulação quando existe a necessidade de mantê-lo preso. “É um crime que dificilmente tem flagrante, então depende do tutor do animal comparecer ao Juvam para assinar o termo”, declara.
Os casos mais graves são encaminhados para a Delegacia do Meio Ambiente (Dema) para apurar os fatos e responsabilizar os culpados. Geralmente a ação resulta em assinatura de Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO), seguido de audiência preliminar no Juvam com a participação do Ministério Público do Estado (MPE) para realizar a transação penal com pena alternativa.
O comandante do Núcleo da Polícia Militar Ambiental do Juvam, sargento Gilberto da Costa, relata que normalmente as descobertas de maus-tratos aos animais ocorrem por meio de denúncia de vizinhos, que se incomodam com a situação, mas nem sempre a conduta do tutor é realmente de descaso ou por maldade. “Muitas vezes agem errado por desconhecimento da lei”, diz.
Por outro lado, conta que muitas vezes os animais, geralmente cachorros, são encontrados bastante debilitados, doentes, em local impróprio (sem cobertura de proteção), amarrado no sol, com corrente curta, sem água e comida. “O Juvam notifica o tutor e agenda a audiência, onde ele é esclarecido sobre como deve cuidar do animal”.
No Estado de Mato Grosso, os animais são recolhidos somente em situações muito graves diante da falta de estrutura para abrigá-los. O Juvam tem parceria com a Associação Voz Animal (AVA) e com o Centro de Zoonoses, para onde são levados os resgatados.
Fonte: Só Notícias

terça-feira, 16 de abril de 2013

Leilão de cães militares levanta discussão entre policiais e ativistas em BH.

A Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) decidiu leiloar dez cães dispensados do serviço militar na próxima terça-feira, dia 16 de abril. Os  animas que ficam no canil da corporação no bairro Saudade, região Leste de Belo Horizonte, poderão ser arrematados por qualquer pessoa que se disponha a pagar por eles. A atitude, no entanto, desagrada ativistas do Movimento Mineiro pelos Direitos Animais (MMDA). Eles sugerem que os animais dispensados do serviço devem ser doados preferencialmente aos militares com que trabalham.

Odim, Atos, Naruto, Angra, Néon, Aziza, Anny, Alva, Alma e Mark são os nomes dos cachorros que serão colocados à leilão. Os sete labradores e os três pastores serão leiloados pois, segundo avaliações veterinárias, não estão mais aptos ao trabalho. Alguns deles apresentam sinais de cansaço e outros, como no caso de Odim, de 4 anos, parecem conviver melhor com crianças.
 Cães dispensados do serviço militar serão leiloados ainda este mês.
Decisão da PM levanta discussão entre ativistas dos Direitos dos Animais.
Foto: Divulgação/PMMG

Enquanto o leilão não acontece, a discussão sobre como os animais deveriam ser tratados envolve pessoas ligadas a ongs,  representantes da Comissão Institucional de Saúde Humana na Relação com os Animais, do Conselho Municipal de Saúde (CMS) e os próprios policiais militares.
Para os ativistas, os cães não podem ser comercializados livremente pois podem ir parar “na mão” de pessoas irresponsáveis que não cuidarão deles da forma adequada. Os defensores reconhecem que os animais são bem tratados pelos policiais e acreditam que os militares são quem devem adotar os cães. Os ativistas declaram que não querem polêmica com a polícia, mas apenas o melhor para os cães.
Já o Capitão da PM, Cássio Antônio dos Santos, de 36 anos, afirma que as particularidades dos bichos devem ser respeitadas e que a corporação não pode simplesmente mandar que os policiais levem os cães para casa. Segundo ele, o leilão é uma forma sincera de encaminhamento dos cães, pelo qual a sociedade participa das ações da polícia, e os interessados podem “adotar” um cão.
Assim como sugerem os ativistas mineiros, no Rio de Janeiro os cães dispensados do serviço militar ficam, prioritariamente, com seus companheiros de trabalho. A atitude dos cariocas é vista com bons olhos já que o Batalhão de Ações com Cães (BAC) da cidade ocupa os três primeiros lugares em uma premiação da Secretaria de Estado de Segurança fluminense.
Fonte: bhaz