terça-feira, 6 de agosto de 2013

Cachorro encontrado sem os olhos em Ceres (GO).

Cachorro encontrado sem os olhos em Ceres (GO) não foi vítima de ritual de magia negra.

                                                                                       Foto: Divulgação

O caso do cachorro que foi encontrado com os olhos arrancados em Ceres (GO) já está esclarecido. A tutora do cachorro soube das diversas matérias publicadas na mídia nacional, reconheceu o animal e entrou em contato para explicar a situação e recuperar seu melhor amigo. A suspeita era de que o cachorro tivesse sido vítima de um ritual de magia negra.

Segundo Ana Paula, moradora de Ceres no setor Vila Nova, Frederico foi encontrado atropelado na Avenida Bernardo Sayão em Rialma há aproximadamente dois meses. O cachorro foi levado para o veterinário na empresa Quatro Patas em Ceres e foi dito que não poderiam salvar a visão do cão, realizando assim a cirurgia para retirada dos olhos.
O mal entendido ocorreu pois, após a cirurgia, Frederico teria escapado da casa de sua tutora e vagado pelas ruas.
Frederico foi então devolvido para seus antigos tutores mas, até o momento, vinha  sendo bem cuidado pela pessoa que o encontrou.
O caso
Segundo o veterinário Gedson Carlos dos Santos, da clinica Quatro Patas em Ceres, Frederico chegou com os dois olhos fora da órbita, muito infeccionados, começando a apresentar necrose e realmente apresentando um quadro de atropelamento.

O cachorro foi encaminhado para o centro cirúrgico, onde foi realizada toda avaliação no animal e constatado que, neste caso, a melhor opção seria a enucleação (retirada dos dois olhos). Caso a cirurgia não fosse feita o mais rápido possível, o quadro de infecção poderia aumentar, complicando ainda mais o estado de saúde do animal.
O veterinário fará a retirada dos pontos de estrutura e a vida de Frederico terá que ser adaptada com esta nova fase. Segundo Gedson, o animal vai usar muito da região auditiva para se locomover e do olfato para se alimentar.
Com informações de Jornal Populacional

DOG TV.

Canal de televisão exclusivo para cachorro é alancado nos EUA.

Com uma audiência em potencial de 80 milhões de cachorros, foi criado nos Estados Unidos o “DogTV”, primeiro canal de televisão com programação dedicada única e exclusivamente aos animais, que passam cada vez mais tempo sozinhos em casa enquanto seus tutores trabalham.
O “DogTV”, a primeira iniciativa que oferece uma programação exclusivamente para cachorros, surge em contrapartida ao sucesso televisivo do programa “O Encantador de Cães”, de César Millán, e leva ao extremo os cinco mil vídeos disponíveis no YouTube que mostram cachorros olhando fixamente para a tela.
O canal, vinculado à plataforma de televisão por assinatura DirecTV e disponível também na internet, oferece uma promoção gratuita durante as duas primeiras semanas de agosto com o objetivo de chegar a 46 milhões de famílias americanas que tenham cachorro e conscientizar os tutores, de maneira progressiva, em relação ao bem-estar mental de seus animais.

“O que mais queremos é que os cachorros tenham bons momentos com seus pais, mas infelizmente eles passam muito tempo sozinhos em casa porque temos que trabalhar. Esta televisão é uma maneira de ajudá-los”, disse o executivo-chefe do “DogTV”, Gilad Neumann, ao canal “CNBC”.

A proposta da emissora para cachorros é mais elaborada do que parece e utiliza dados de um estudo científico prévio: na gama de cores utilizada predominam o vermelho e o verde, já que os cachorros não distinguem o amarelo e o azul; a música, os sons e as frequências se adaptam àqueles que são agradáveis para o ouvido canino; e o conteúdo procura “estimular psicologicamente” estes animais.

Além disso, as televisões de LCD, que emitem as imagens a 100 hertz, anularam a diferença que se produzia entre a visão humana – que conecta imagens em movimento a partir de 50 e 60 hertz – e a canina – entre 70 e 80 hertz.

Antes, com o antigo sistema de televisão, um cachorro percebia o salto de imagem e via a programação como “frames” descontínuos.

A programação do “DogTV” é exibida 24 horas por dia durante toda a semana e se divide em três grandes blocos. “Os cachorros, como os humanos,também ficam entediados quando assistem sempre a mesma coisa”, garantiu o executivo-chefe da emissora.

O primeiro bloco é de programas relaxantes que mostram paisagens espetaculares e outros cachorros “relaxando”, sem nada que agite os espectadores.

O segundo é dedicado a programas estimulantes, com mais movimento, mais interação entre vários cachorros e sons mais “brincalhões”. O canal educativo “usa os avanços da ciência veterinária, ajuda os cachorros a reagirem melhor diante dos diferentes estímulos de seu dia a dia”, segundo detalha o “DogTV”.
Por enquanto, não há publicidade e o preço deste canal oscila entre US$ 5 e US$ 10 mensais, de acordo com o pacote de ofertas de canais, mas, de qualquer forma, é muito mais barato que as creches de cachorros que estão na moda e já cobram mais de US$ 100 por mês.

“Os estudos indicam que os cachorros se sentem melhor com a companhia da televisão, e especialmente com o conteúdo adequado”, afirma o “DogTV”, que garante que sua programação é para cachorros de todas as idades.

O canal não exclui outros animais, mas escolheu se dedicar aos cães por serem “os melhores amigos do homem”.

Fonte:Uol/EFE

terça-feira, 30 de julho de 2013

Aprenda os cuidados para dividir a cama com o pet.

O dilema de dividir ou não a cama  com o bichinho de estimação atormenta muitos donos de pet. Apesar de serem, em sua maioria, fofinhos ao extremo, é preciso cautela antes de permitir que o animal durma na mesma cama que o dono.
A veterinária Vivian Barbosa da Silva Santos garante que não há problemas em dividir lençóis, travesseiros e colchão com o bichinho. Para isso, o primeiro passo é ficar de olho na saúde do pet. Avacinação deve estar em dia. Os banhos devem ser semanais, e os vermífugos precisam ser aplicados no prazo correto.
Outro comportamento  fundamental antes de dividir a cama é lavar e secar as patas da mascote depois do passeio na rua.
- De preferência com um secador de cabelo, o que evita que as patas fiquem úmidas
A própria veterinária não abre mão de dormir ao lado do golden retriever Zeus. Outra dica da médicapara evitar transtornos e doenças diz respeito à roupa de cama. Se o cão soltar muito pelo, assim como o dela, é aconselhável trocá-la diariamente.
- Sem dúvida, é uma tarefa a mais, mas é o preço que se paga para quem não abre mão de dormir ao lado do pet.
Para quem acha estranho dormir na mesma cama que o animal de estimação, acredite: esse comportamento está mais comum do que se imagina. Dados da pesquisa Radar Pet, realizada este ano pela Comac (Comissão de Animais de Companhia), do Sindan (Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal), mostrou que no Brasil 55% dos cachorros de estimação dormem dentro de casa.
São 23% que passam a noite no quarto dos donos e 12% que têm um dormitório só para eles. Outros 11% dormem na sala e 9%, na lavanderia ou no banheiro.
Segundo o veterinário André Santa Rosa, com a maior proximidade entre donos e cães, é natural que aumente o número de cachorros dormindo no quarto. O treinador e especialista em comportamento animal Max Macedo destaca que esse comportamento acaba refletindo na humanização do animal.
- Se o cão é criado e tratado adequadamente, não será o fato de permitirmos eventualmente que ele suba em nossa cama que trará condenação a essa conduta. O problema é que, atualmente, as pessoas confundem tratar bem um animal com tratá-lo como uma criança, e muito pior, com permissividade. Um cão é um cão e pronto, não porque sou insensível, mas por que é assim que tem de ser. O animal deve e precisa ser tratado como tal. Isso evitará aos proprietários boa parte dos transtornos comportamentais que tenho visto por aí.
O resultado negativo dessa humanização, segundo Macedo, pode ser facilmente identificado pelo dono. O animal passa a ficar agressivo sem motivos reais, apresenta dificuldade de contenção e manejo, quando é levado ao veterinário, destrói tudo dentro de casa e resolve morder os proprietários quando é contrariado. Alguns fazem até greve de fome, quando algo muda em sua rotina.
- Tudo isso é consequência da tentativa de humanizá-los.
A pediatra Jussara Fontes pontua que permitir ou não que o bichinho de estimação durma na cama com o dono deve ser individual.
- Aquele animal que vive na rua evidentemente irá trazer bactérias, micróbios e tantos outros agentes patogênicos que podem acarretar males à saúde do dono, como uma alergia, por exemplo. Daí a necessidade dos cuidados antes de permitir que o pet divida a cama com seu proprietário. Entretanto, é igualmente fundamental avaliar os benefícios que podem estabilizar os comportamentos afetivos do dono. O que aquele animal significa para a vida dele? O que estamos discutindo pode não ser simplesmente o ato de dividir a cama com o animal. Esse comportamento pode ir além disso. É preciso bom-senso antes de tomar qualquer decisão.
De acordo com Jussara, estudos realizados por especialistas em defesa de sistema imunológico revelam que as pessoas que convivem com animais têm menos propensão a desenvolver alergia ou doenças que afetem o sistema respiratório.
                                                                              Donos também ficam dependentes
Não são apenas as doenças e os problemas respiratórios que tiram o sono dos donos dos animais de estimação que se propõem a dividir a cama com eles. As vantagens e as desvantagens também passam por quesitos emocionais.
A psicóloga Wanda Mendes explica que a principal vantagem do ponto de vista humano é a sensação de aconchego e prazer que a companhia do animal proporciona. Entretanto, ter o bichinho na cama pode soar muitas vezes como um retorno recompensador à correria do dia a dia, que, geralmente, impõe a falta de tempo para atividades de lazer e laços afetivos.
- Por isso, esses animais são tantas vezes tratados como crianças. É a fuga do dono que se encontra impedido de construir uma família.
Mas não são apenas os animais que estão condicionados à situação de dependência. Ao adotar esse hábito, muitos proprietários deixam de sair ou voltam mais cedo para casa, porque imaginam que o bicho não está bem. Outros até desistem de viajar, caso não consigam incluir o bicho na bagagem, e os animais ficam mais ansiosos à medida que envelhecem.
O casal de aposentados Adelmo e Maria Eunice Baracho conhecem muito bem essa história. Há nove anos, convive com o poodle Roque, que sempre dorme na cama dos dois.
- Meu filho saiu para comprar um peixe e voltou com ele. O Roque chegou tão pequenininho e chorava tanto que, no início, permitimos que ele dormisse na cama para acalmá-lo. Depois ele tomou conta da situação.
Para se prevenir, o casal leva o cão para tomar banho às sextas-feiras e exibe o cartão de vacinas com tudo em dia.
- Todos os meus filhos cresceram e foram construir suas vidas mundo afora. O Roque passou a ser nossa companhia para todas as horas. Não viajamos há muito tempo, porque ele não se adapta, e não temos coragem de deixá-lo pra trás. Mas tê-lo ao nosso lado é tão gratificante que vale todo e qualquer sacrifício.
A aposentada Lúcia de Fátima Mendonça, 56 anos, proprietária da bichon frisé Julie, de 9, garante que não consegue imaginar a vida sem a cadelinha.
- Quando comprei Julie, passava por uma estafa terrível e me sentia muito mal, com a vida sentimental complicada e um cansaço físico tremendo. Ela veio como um porto seguro. É uma amiga de verdade.
Ao contrário do casal Baracho, Lúcia carrega a pequena Julie para todos os cantos.
- Até hoje ela só não foi ao consultório do meu médico, mas até na igreja a cadela entra. Quando o telefone toca, a Julie fica de olho, como se estivesse a perguntar: E aí? Pra aonde vamos?

Fonte: R7

Dores nas articulações de animais.

De repente, algo trivial como caminhar torna-se um martírio. Cada passo incomoda. Pular, brincar ou subir escadas não são mais tarefas tão fáceis. O jeito é se movimentar o mínimo possível, para que as dores não aumentem ainda mais. Assim como os humanos, os animais também sofrem com dores articulares — mas, ao contrário de nós, não conseguem avisar quando algo não está indo bem. Entretanto, basta um olhar atento ao bichinho para descobrir se ele está ou não passando por maus bocados causados por inflamações nas juntas.
A doença  de é um exemplo de problemas articulares que os cães — especialmente os de grande porte, como rottweilers, pastores alemães e labradores — podem enfrentar.
— Esses cães crescem muito e muito rápido, e as articulações têm que aguentar o peso deles — conta o médico veterinário Carlos Augusto Nunes.
Embora não levem à morte, complicações nas juntas causam grande incômodo para o animal, que sente dores sempre que precisa se movimentar. O resultado é um cachorro desanimado, apático e que pode até ter os movimentos comprometidos.
Embora relacionadas a animais idosos, Carlos Augusto Nunes frisa que cachorros jovens e os de pequeno porte também podem desenvolver doenças nas articulações — tudo vai depender do modo como você trata seu bichinho. Uma alimentação não balanceada pode fazer com que o cachorro ganhe ainda mais peso (o que exigiria ainda mais das juntas e agravaria o problema). Exercícios físicos em excesso também prejudicam a saúde do animal, que corre mais riscos de romper um ligamento ou sofrer contusões que podem levar ao trauma articular.
Mas claro que nem tudo é culpa dos donos. O veterinário José Lino Martins explica que as doenças podem ser ocasionadas por problemas genéticos — como a displasia de Djiro — ou de coluna.
— A hérnia de coluna, também chamada de síndrome da cauda equina, é outra complicação recorrente — diz.
A doença, causada pela combinação de artrose com má-formação óssea, alterações degenerativas e articulações instáveis, pressiona os nervos que passam pela coluna e raízes nervosas. De tanta dor, alguns cães podem até se automultilar, mordendo os membros traseiros ou a cauda.
— Usamos anti-inflamatórios, analgésicos, antibióticos e opioides para aliviar a dor, mas, dependendo da situação, o tratamento precisa ser cirúrgico — completa José Lino Martins.
Para tratar o problema de forma adequada, a veterinária Andrea Bonates ensina: é importante tomar uma série de medidas para transformar a casa em um ambiente seguro para o animal. Se o cachorro estiver acima do peso, começar uma dieta balanceada e com poucas calorias é a medida de emergência. Lembre-se que seu pet está sentindo dor, então, evitar que ele tenha acesso a escadas ou fique exposto a situações em que seja necessário se movimentar em demasia é o segundo passo.
— O piso não pode ser muito liso, para que ele não derrape e tenha firmeza ao andar — finaliza Andrea.
Após investigar a vida, o ambiente e a rotina do animal, o procedimento médico inclui exames manuais e de raios x, para descobrir em qual estágio a doença está.
— O tratamento é baseado em perda de peso, manejo do ambiente e medicações — resume Andrea.

Ela explica ainda que esses medicamentos agem como regenaradores da cartilagem, uma vez que são feitos à base de sulfato de condroitina — substância que já faz parte da cartilagem articular. Os remédios repõem o sulfato de condroitina perdido durante os processos degenerativos, além de funcionarem como anti-inflamatórios.

Polícia solta 182 animais silvestres no Espírito Santo.

                                                          Papagaio ganha liberdade. (Foto: Divulgação/ Polícia Ambiental)
A polícia ambiental soltou 182 animais silvestres na região Sul do Espírito Santo, nesta quarta-feira (24). A ação foi realizada em parceria com o Projeto Centro de Reintrodução de Animais Selvagens (Cereias).
Entre os animais que voltaram ao habitat natural, estão sabiás, canários-da-terra, coleiros, galinhos-da-serra, sanhaços, tico-ticos, trinca-ferros, papagaios-chauás, bigodinhos, além de quatis e macacos-prego que se encontram em risco de extinção.
No Cereias, os animais silvestres recebem atendimento veterinário, alimentação apropriada em espaço físico adequado até que possam voltar à natureza. Desde sua fundação o Cereias já recebeu mais de 70 mil animais, onde cerca de 77% já retornaram à natureza, 2% foram transferidos para outros estados, 19% não resistem aos maus-tratos sofridos e chegam a óbito e 2% estão em recuperação no Centro.
Segundo o Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA), uma quinta soltura poderá ocorrer ainda até o final do ano na região do Caparaó.

Fonte: G1

Cavalo vítima de abandono morre após dois dias sem resgate, em Foz do Iguaçu (PR).

                                                                                           Foto: Divulgação

Durante toda a tarde de quinta-feira (25), diferentes órgãos da prefeitura receberam várias ligações de moradores denunciando que um cavalo estaria agonizando, vítima de maus-tratos, caído em um terreno em Foz do Iguaçu (PR). Segundo moradores próximos, o cavalo havia sido amarrado em uma árvore, onde permaneceu durante dois dias sem tratamento. Desde segunda-feira (22), os termômetros na fronteira têm registrado temperaturas próximas de 0º C.
Com a falta de comida, bebida e o intenso frio dos últimos dias, o animal ficou debilitado até cair e não conseguir mais se levantar. Fotografias do animal começaram a ser compartilhadas nas redes sociais da internet, com o objetivo de mobilizar as autoridades para cuidarem do caso.
No início da noite, o chefe da Guarda Municipal, Cleomar Farias, esteve no local para atender a ocorrência, entrando em contato com os setores públicos competentes. Enquanto o atendimento não chegava, os moradores tentaram amenizar o sofrimento do animal, cobrindo com cobertores e lonas. A jovem Carolina Bertoldi, foi a primeira a denunciar o abandono, chamando a Polícia Militar, Guarda Municipal e Polícia Florestal. Ela ainda postou fotos do cavalo no Facebook, momento onde o descaso tomou uma proporção ainda maior.
O veterinário da prefeitura, Térbio Moreira, foi chamado para atender o animal. Segundo ele, o cavalo estava sub-desnutrido, com anemia e hipotermia, causado pelo frio. Também esteve no local o secretário de Agricultura do Município, João Matievisk, dizendo que o maior problema é identificar o tutor desse cavalo, responsável pelo abandono. Outra moradora que ajudou levando água e cobertores, Marcele Barrocos, se mostrou indignada e protestou contra o que ela chama de descaso, criticando o ato do carroceiro.
Mesmo com a comoção da população, ainda sem resgate, o cavalo que ter cerca de 15 anos morreu na madrugada desta sexta-feira (26).

Fonte: Guia da Medianeira