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segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Lei prioriza libertação de animais apreendidos.

A presidente Dilma Rousseff sancionou no dia 08/12/2014 a Lei 13.052/2014, que altera a Lei de Crimes Ambientais para determinar que animais silvestres apreendidos sejam prioritariamente libertados em seu habitat. Se isso não for possível, devem ser entregues a fundações ou entidades onde recebam cuidados de técnicos habilitados.

De autoria do deputado Antonio Carlos Mendes Thames (PSDB-SP), o projeto que deu origem à lei (PLC 147/2009) sofreu alteração no Senado, por sugestão de Jorge Viana (PT-AC), para dispor também que, até a entrega dos animais à entidade capacitada, o órgão autuante mantenha os animais em condições adequadas para garantir seu bem-estar físico.

Fonte: Cenário MT

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Imagens chocantes mostram momento em que macaco se encolhe com medo de treinador cruel em circo.


Um macaco foi flagrado se encolhendo de medo quando seu treinador se aproximou, durante uma sessão cruel de treinamento em um circo da China.

Depois de ser puxados por uma corrente no pescoço, enquanto caminhava com pedaço de pau, o primata aterrorizado fez uma corrida para o treinador, sem escolhas, a não ser apanhar, caso não fizesse.

As imagens chocantes foram capturadas no sábado (28), em Suzhou, na província central de Anhui, que é a capital para a bárbara indústria animal de circos do país. A China é conhecida pelos maus-tratos aos animais, com a falta de qualquer tipo de leis de proteção.


As fotos chocantes flagraram o momento de um treinamento cruel de um macaco em circo da China, mostrando o animal se encolhendo de medo.

Macacos, ursos e tigres estão entre os animais presentes em cerca de 300 trupes circenses na cidade.


Mimi Bekhechi, diretor associado de um centro de caridade do bem-estar animal, disse: “Esta imagem angustiante capta perfeitamente como é a vida de um animal selvagem no circo. Os macacos são animais extremamente sociais e altamente inteligentes, que sofrem de solidão e depressão debilitante quando estão separados de suas famílias.”

 “Circos estão entre os piores locais do mundo para a negligência e métodos de treinamento cruéis envolvendo medo, privação e espancamentos,” completou o diretor.

O macaco flagrado sofreu abusos e foi obrigado a andar em pernas de pau e em uma bicicleta.

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

‘Foi uma brincadeira’, diz jovem que deu cigarro de maconha a macaco.


                                                                                            Foto: Reprodução
Um dos suspeitos de dar um cigarro de maconha para um macaco do Zoológico Bosque Guarani, em Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, disse ao delegado que cuida do caso que a atitude “foi uma brincadeira”. Ele e outros adolescentes gravaram a ação com a ajuda de um telefone celular e publicaram o vídeo na internet. Ao analisar as imagens, a polícia identificou ao menos três menores. Todos devem responder por crime de maus-tratos a animais.
Ainda durante o depoimento na manhã desta quinta-feira (30) na Delegacia Especial do Adolescente (DEA), o jovem, agora com 18 anos, confirmou que o cigarro era de maconha e confessou ser usuário de drogas. “Ele disse que vai dar mais detalhes na presença dos outros colegas.
Na época em que o vídeo foi feito, em setembro, ele tinha 17 anos, mas agora já é maior de idade. Todos responderão a ato infracional equiparado ao crime de maus-tratos a animais”, comentou o delegado Francisco Sampaio. Além dele, outros dois jovens e os pais foram indiciados e devem ser ouvidos na segunda-feira (3).
No vídeo, ao receber a droga o animal a examina e parece comê-la. De acordo com os veterinários e biólogos do zoológico, não foram identificadas quaisquer alterações no comportamento de nenhum dos 18 macacos mantidos no Bosque Guarani. Eles acreditam que o animal colocou o cigarro na boca e logo o descartou.
Assim que soube do caso, a direção comunicou a polícia. “Isso não é normal acontecer. A Guarda Municipal faz a ronda e também temos seis tratadores que percorrem todos os recintos. Mas, nem sempre é possível fiscalizar tudo o que acontece. A área de 45 mil metros quadrados dentro do perímetro urbano é o terceiro maior zoológico do Paraná”, observou o diretor de Meio Ambiente, Carlos Milioli. “É um caso de vandalismo que precisa ser inibido para que outros visitantes não façam o mesmo. Os animais estão ali para serem observados e merecem respeito”, completou.
Fonte: G1

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Novo estudo revela que os zoológicos não são educativos para as crianças.

                                                                                                     Foto: Divulgação
Zoológicos tentam esconder a crueldade do cativeiro por trás de uma máscara de “educação para a conservação”. Mas um novo estudo mostra que a aprendizagem não é geralmente o resultado. As informações são da ONG PETA Latino.
Sociólogos britânicos reuniram dados de crianças entre 7 e 15 anos, antes e depois de visitar o Jardim Zoológico de Londres. Os pesquisadores descobriram que 59% das crianças que foram ao zoológico não obtiveram resultados educacionais positivos. Esse número vai para 66%, quando as crianças não têm um guia. E em muitos casos, a viagem até o zoológico ainda teve um impacto negativo sobre o entendimento das crianças sobre os animais e seus habitats.
O que mais podemos aprender com estes lugares tristes é a forma como os animais agem quando são separados de suas famílias, mantidos em cativeiro, e quando lhes é negado tudo o que é natural e importante para eles.
                                                                                          Foto: Jo-Anne Mc Arthur
Outro estudo mostra como cativeiro é prejudicial aos animais
Os pesquisadores observaram 60 grandes macacos em três santuários de chimpanzés e seis zoológicos da América do Norte, dos quais 36 eram “animais de estimação” ou foram explorados em circos. Os chimpanzés foram criados por seres humanos e, portanto, tinham “pobres histórias sociais” e eram significativamente menos propensos a se relacionar com outros macacos em atividades sexuais.
Dr. Stephen R. Ross, um investigador, disse: “Negar (aos chimpanzés) o acesso a membros de sua própria espécie durante o período crítico da infância, resulta em comportamentos consequentes que duram uma vida. Mesmo com o melhor atendimento na idade adulta, muitas vezes não se encaixam com outros chimpanzés.”
O cativeiro é de pouco benefício para os seres humanos e extremamente prejudicial aos animais.

Saiba quais são as 6 piores empresas para os animais no mundo.

A ONG PETA Latino reduziu a vasta lista de companhias que não respeitam os animais para as 6 piores empresas do mundo. Foi levado em conta os maus-tratos praticados por elas, que vão desde testes em animais até espancamentos e assassinatos. Aqui estão as piores das piores:
AIR FRANCE
Você poderia pensar que todos que viajam em um avião vão a algum lugar divertido, mas se viajam pela Air France, provavelmente alguns dos passageiros poderão ser prisioneiros que foram capturados ou criados para serem usados em experimentos cruéis.
                                                                                                        Foto: Divulgação
Diferentemente de outras grandes companhias aéreas, a Air France envia macacos a laboratórios para serem enjaulados, amputados, envenenados e assassinados em experimentos. É possível que os passageiros da Air France não saibam que debaixo de seus pés se encontram jaulas cheias de macacos que foram retirados da natureza ou criados em cativeiro antes de serem colocados em um vôo sem retorno a laboratórios. Mas agora você já sabe disso.
                                                                                                        Foto: Divulgação
Como ajudar os macacos transportados pela Air France
Boicote a Air France e faça com que a companhia saiba que não poderá obter o seu dinheiro até que se una a todas as outras grandes companhias que têm negado participar dessa crueldade. Clique aqui e preencha seus dados no final da página.
MCDONALD’S
Cada pedido de McNuggets é servido com uma porção de crueldade. As galinhas mortas pela cadeia de comida rápida frequentemente estão com as asas feridas e outras lesões como resultado da manipulação indevida e do constante abuso absoluto.
                                                                                Jo- Anne McArthur/We Animals
Os fornecedores de frango do McDonald’s usam um método arcaico para matar: as aves são penduradas de cabeça para baixo e degoladas, normalmente enquanto ainda estão conscientes.
Mas o sofrimento não termina aí. Algumas aves se esquivam da navalha usada para degolar e ainda estão vivas quando são atiradas aos tanques de água fervente para serem depenadas.
                                                                                                      Foto: Divulgação
Como ajudar as aves que são criadas para consumo
Não coma no McDonald’s! E, melhor ainda, seja vegano e livre de crueldade! Assim você não apoiará nenhuma indústria que maltrate os animais.
PETSMART
A PetSmart compra milhares de pequenos animais por ano (hamsters, porquinhos da índia, chinchilas, aves e répteis) e vende esses animais por um preço muito baixo.
                                                                                                      Foto: Divulgação
Muitos desses bonitos animais morrem lentamente em habitações que ficam atrás das lojas da empresa. Uma investigação realizada pela ONG PETA revelou que mais de 100 animais pequenos foram privados de atendimento veterinário adequado e estavam morrendo lentamente a portas fechadas – longe dos olhos dos clientes.
                                                                                                       Foto: Divulgação
Como ajudar os animais do comércio de “animais de estimação” 
Boicote a PetSmart e informe a companhia o porquê de você se opor a essas práticas empresariais. Opte também por comprar a alimentação do seu animal de companhia em locais que não comercializam vidas.
REVLON
A Revlon esteve livre da crueldade por mais de 20 anos, mas a ONG PETA descobriu em 2012 que a empresa estava vendendo seus produtos na China, onde são exigidos experimentos cruéis com animais para todos os produtos cosméticos importados.
                                                                                                      Foto: Divulgação
A Revlon ainda declara ser uma empresa livre de crueldade, mas tem enganado os consumidores e traído a sua confiança por continuar vendendo seus produtos no mercado chinês.
                                                                                                       Foto: Divulgação
Como ajudar os animais utilizados em testes de produtos
Não deixe que a Revlon te convença a comprar produtos testados em animais. Diga não às empresas cruéis, e sim as marcas livres de crueldade! Confira aqui a lista de empresas que não testam em animais.
O CIRCO RINGLING BROS. AND BARNUM & BAILEY
Quando se trata de maltratar os animais, o circo Ringling Bros. é definitivamente o pior. A foto abaixo mostra o treinamento de um elefante no circo Ringling.
                                                                                                    Foto: Divulgação
Os bullhooks são bastões com ganchos afiados similares aos atiçadores utilizados em chaminés. Esses instrumentos são encaixados na pele dos elefantes, o que faz com que gritem de dor. Em 2011, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos aplicou a multa mais alta de toda a história dos circos no Ringling: $270.000 – por crueldade aos animais!
                                                                                                     Foto: Divulgação
Como ajudar os animais utilizados nos circos
Boicote qualquer circo que utilize animais para entretenimento. Há alguns circos espetaculares sem animais que empregam somente seres humanos que realmente escolhem atuar.
SEAWORLD
Você prefere boiar em uma banheira durante toda a sua vida ou aventurar-se pelo mundo com a sua família? As orcas do SeaWorld não têm opção – estão presas em um tanque de cimento para sempre. Além disso, são retiradas da natureza ainda bebês e nunca mais voltam a ver as suas famílias. Ou elas são criadas em cativeiro e nunca chegam a nadar livremente no oceano – as orcas no SeaWolrd também são forçadas a realizar truques em troca de alimento.
                                                                                                    Foto: Divulgação
Se você já assistiu a Blackfish, então sabe que a orca em cativeiro Tilikum já sofreu o suficiente na sua prisão. Ela já matou 3 pessoas. E por quê? Na natureza, as orcas nadam até 100 milhas em um único dia. As orcas em cativeiro teriam que nadar ao redor do seu “oásis” de concreto 1.900 vezes em um dia para cobrir essa mesma distância.
Como ajudar os animais nos parques marinhos
Boicote o SeaWorld e outros parques marinhos que utilizam as orcas inteligentes ou outros animais para o entretenimento e enriquecimento financeiro.

Agora que você já sabe quais empresas evitar, por favor, ajude a difundir essas informações junto aos seus amigos e familiares para que eles entendam por que não devem apoiar as empresas cruéis que utilizam animais para obter vantagens e lucro.
Fonte: Anda

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Macacos são esquecidos em mata e começam a morrer de fome.


                                                                                                       Foto: Divulgação
O Projeto Ambiental Mata dos Macacos de Santa Fé do Sul foi uma iniciativa de cunho conservacionista onde recebia a visita de turistas, escolas, universidades da região, estudiosos, ambientalistas e da população em geral.
Os principais atrativos do projeto eram os animais introduzidos em criadouros e o fragmento de floresta onde vivem as espécies de macacos: “prego” e “sagui”.
Além dos animais do projeto, também eram recebidos da polícia ambiental animais silvestres que foram apreendidos no mercado clandestino e foram vítimas de maus-tratos, ou que sofreram algum tipo de acidente em estradas e rodovias e onde recebiam tratamento e, após um período de recuperação eram reintroduzidos na natureza.
Após sete anos o idealizador do projeto, Nelson de Souza Lima o “Noka”, anunciou em fevereiro deste ano o encerramento das atividades do “Projeto Ambiental Mata dos Macacos”. Segundo Noka, ele decidiu acabar com o projeto em virtude do alto custo de manutenção sem que recebesse qualquer incentivo.
A partir do anuncio do fim do projeto uma questão foi levantada, quem cuidaria dos animais a partir de então, resultado ninguém, os animais foram abandonados à própria sorte. Fato é que não existe mais cuida dos macacos, especificamente da alimentação, a área conforme do conhecimento geral é particular, e segundo o proprietário o mesmo não dispõe de condições para tal tarefa.
Algumas pessoas que visitaram o local entraram em contato com nossa redação demonstrando indignação e muita preocupação com a situação encontrada, lembrando que a referida mata continua sendo divulgada como um dos cartões postais da nossa estância turística. De acordo com visitantes macacos estão morrendo de fome e até sede naquele local tão visitado e bem cuidado até pouco tempo.
“Ficamos impressionados com a condição dos animais, quando retiramos a água do carro que levamos para o nosso consumo os macacos avançaram no galão, dividimos a água e também tentamos dividir entre os animais os alimentos que levamos, é muito triste o que nos adultos e as crianças encontramos na mata”.
“O abandono é total, outras pessoas que estavam no local disseram que já encontraram macacos mortos na mata, algumas pessoas tem levado alimentos nos finais de semana, com certeza durante a semana a situação deve ser critica aos animais pela fome e sede”. finalizou o visitante. Outros animais estão morrendo atropelados na pista quando saem em busca de alimentos.
O local onde funcionava a lanchonete anteriormente encontra-se alugado no momento. Diante da situação o que será feito agora, quem vai assumir a manutenção dos animais, será que estavam esperando os maus tratos pela fome e sede começar para acordarem, inclusive morrendo alguns macacos.
Fonte: Região Noroeste