segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Belo Horizonte (MG) ganha unidade móvel de castração.

Uma unidade móvel do centro de Controle de Zoonoses castra animais em Belo Horizonte. O objetivo é evitar o crescimento da população animal e o abandono dos animais. No ano passado, 13 mil cães e gatos foram castrados na capital mineira.
Além da unidade móvel, Belo Horizonte tem três centros de castração, nos bairros Salgado Filho, São Bernardo e Caiçara. O procedimento é simples e dura cerca de cinco minutos. Todos os animais são sedados antes da cirurgia.
Veja os telefones das clínicas na capital mineira:
Central de esterilização de animais – Salgado Filho: 3277.7576
Central de esterilização de animais – Caiçara: 3277.8448
Central de esterilização de animais – São Bernardo: 3277.7411
Agendamento de unidade móvel de castração: 3277.7411 / 3277.7413

Fonte: G1

Site é criado para ajudar quem perdeu e quem achou cão na rua.

Aproximadamente 200 cães foram encontrados desde que o site está no ar e a página já tem mais tem mais de quatro mil cadastros. (Foto: Divulgação)

Criado há cerca de um ano e meio, o site ‘Procura-se cachorro’ virou uma referência para quem perdeu ou para quem achou um cão na rua. Aproximadamente 200 cães foram encontrados desde que o site está no ar e a página já tem mais tem mais de quatro mil cadastros.
O site é parceiro da Secretaria do Meio Ambiente – todos os perdidos e encontrados que chegam ao governo são direcionados a fazer o cadastro.
A criadora da página é a Andréa Giusti. “Hoje me apego muito a cada caso, eu sei o nome de muitos dos cachorros cadastrados, aonde eles estão perdidos, tem muito sequestro ainda, infelizmente, tem cachorro que está na moda, raças que estão na moda, então eu peço para as pessoas tomarem cuidado, não deixar amarrado na frente do comércio, usar colerinha de identificação em todo mundo”, orienta.
Andréa diz que essa é a época em que o site tem mais acessos. A explicação é que muitos cachorros fogem de casa durante as festas de fim de ano devido aos fogos de artifício. “Nessa última semana foram pelo menos 600 cadastros. Entre perdidos e as pessoas que acharam cachorros correndo desesperadamente pela rua. Infelizmente as pessoas viajaram, ou as que ficaram na cidade, mas o cachorro sozinho, num momento de desespero arrebenta portão, ou pula, ou foge mesmo”.
Cadastro
Cada cachorro tem uma ficha de informação com foto, raça, nome, cor, sexo e local que foi perdido ou encontrado. O tutor pode incluir outras informações, como possível recompensa ou característica própria do animal.
Os dados ficam disponíveis no site e nas redes sociais. Caso alguém encontre um cachorro semelhante, o site avisa o dono do animal por meio de um alerta.

Fonte: G1

Saiba quais animais têm o olfato mais aguçado que os cães.

Apesar dos cães serem conhecidos por seu olfato aguçado, eles não são os únicos na natureza a ter apuradíssimos faros.
Há outras espécies que possuem narizes ainda mais especializados, conseguindo verdadeiras proezas com esse quase super poder.
Mariposa Imperador (macho)
Segundo estudo realizado na Alemanha em 1961, a Mariposa Imperador (macho) consegue identificar a substância sexual produzida pela fêmea virgem a uma distância de nada menos que 11 km, contra o vento.
Localizados nas antenas do macho, os receptores são tão sensíveis que conseguem detectar uma única molécula de substância.
Tubarão
Gigante dos mares, o tubarão possui um dos olfatos mais aguçados da natureza.
Ele consegue identificar substâncias extremamente diluídas na água, como concentrações de sangue abaixo de uma parte por milhão.
Essa quantia equivale a uma gota de sangue em 300 m de distância.
Ursos
O urso polar utiliza seu super nariz para conseguir detectar focas a uma distância de aproximadamente 1,6 km e enterrados em 91 cm de neve.
Segundo o National Geographic, o urso pardo possui um olfato 7 vezes mais aguçado que o do cão.
Elefantes
Já se perguntou como o elefante caminha distâncias enormes e eventualmente acaba encontrando água? Fora a memória, sem dúvida seu gps natural, o olfato ajuda nessa busca.
Com olfatos apurados, os elefantes conseguem sentir o cheiro da água em uma distância de 19 km.
Urubu de cabeça vermelha
O urubu possui sentidos muito apurados: a visão e o olfato. No caso de seu olfato, ele pode detectar carne em processo de decomposição em concentrações tão pequenas quanto pequenas partículas por bilhão no ar.
Eles procuram odores de animais mortos enquanto voam em colunas de ar.

Fonte: R7

BRIAN HARE, FUNDADOR DO CENTRO DE COGNIÇÃO CANINA.

Neurocientista afirma que cão é o segundo mamífero mais inteligente do mundo.

 

Que os cachorros são seres altamente espertos e capazes de muita coisa todos nós sabemos. No entanto, Brian Hare, neurocientista fundador do Centro de Cognição Canina da Universidade Duke, nos EUA, foi muito além dessa afirmação. Brian acredita que os cães são o segundo mamífero mais inteligente do planeta, atrás apenas dos humanos.
Segundo o neurocientista, até mesmo a popularidade dos cães entre os humanos é explicada por esse genialidade inerente à espécie. Sua teoria se baseia em um conjunto de trabalhos sobre o assunto, apelidados de caninognição – ou seja, a cognição dos cães. A partir de seus estudos, os autores chegaram à conclusão de que o processo evolutivo que transformou lobos em cachorros domésticos fez com que os animais adquirissem um novo tipo de inteligência social.
Isso levou os cachorros a criarem uma inteligência próximas à de bebês humanos, no que diz respeito ao comportamento e habilidades de comunicação. Brian ainda vai mais além e considera que, depois da raça humana, os cachorros são os mamíferos mais bem sucedidos do planeta, superando até mesmo os chimpanzés, famosos por sua inteligência perspicaz.
Entretanto, onde se encontra toda essa sagacidade canina? Brian afirma estar na capacidade do cachorro em compreender gestos e olhares, como a indicação de um local para o qual apontamos ou um olhar de reprovação. É aí que reina a potencialidade canina. Essa habilidade de compreensão da linguagem corporal humana é extremamente rara entre os animais. Nem mesmo os chimpanzés conseguem interpretar tão bem nossos gestos quanto os cachorros.
Além disso, os cães também são capazes de aprender palavras e compreender seus significados. Um cachorro pode aprender o significado de dezenas de novas palavras por meio de um processo de dedução lógica, exatamente como o método usado pelas crianças para descobrir nomes de objetos desconhecidos. São animais tão espertos e abertos para o aprendizado que uma Border Collie chamada Chaser conseguiu identificar o nome de mil objetos em um experimento.
Outro exemplo de que os cães são animais dotados de uma inteligência impressionante é o fato de terem o sentimento de empatia. Por isso, é comum os tutores desses bichos notarem que eles ficam mais felizes ou mais tristes em situações onde o ambiente e as pessoas a sua volta também demonstram essa variação de humor.
Não à toa, apesar de não saberem se comunicar como a gente, os cachorros são considerados o melhor amigo do homem. São tratados como membros da família, recebem todo tipo de mimo e atenção, participando intensamente da vida de seus tutores. Por esses e outros fatores, o posto de mamífero mais bem sucedido depois dos humanos é mais do que merecido.

Com informações de Amazonas.

Ativistas protestam contra exploração e morte de animais pela Fiocruz

A Federação Baiana de Entidades Ambientalistas e Defensoras dos Animais (Febadan), Ongs, Protetores e Ativistas Ambientais fazem dia 11 de janeiro de 2014, sábado, às 9h00, concentração em frente à Fundação Osvaldo Cruz (FioCruz) situada na Rua Waldemar Falcão, 121 – Candeal (Brotas) – Salvador-BA, fundo do Hospital Geral do Estado (HGE), entre o LACEN e a Clínica Citivet.
O objetivo deste evento é solicitar à Fiocruz que pare com os testes realizados em cães, que são infectados pela Leishmaniose e depois mortos, indo contra o que preconiza a maioria dos veterinários, após suspensão da portaria interministerial que vedava o tratamento.
A Portaria Interministerial nº 1.426/2008, de 11 de julho de 2008, publicada no Diário Oficial da União – Seção 1, do dia 14 de julho de 2008, dos ministros de Estado da Saúde e da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, que proibia o tratamento da leishmaniose visceral canina com produtos de uso humano ou não registrados no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, foi suspensa pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região.
Em recurso de Apelação, denominado Suspensão Liminar nº 677, a União tentou reverter a Decisão junto ao Supremo Tribunal Federal. Contudo, o Presidente, ministro Joaquim Barbosa, indeferiu o pedido e manteve a suspensão da Portaria Interministerial acima citada, por Decisão datada de 9 de outubro de 2013, publicada no DJe nº 202 do dia 10 de outubro de 2013.
Em 22 de agosto de 2012 a Associação Célula Mãe, integrante da Federação Febadan, encaminhou pedido de esclarecimentos ao Ministério Público da Bahia – Primeira Promotoria do Meio Ambiente – devido à constatação de que a Fundação Oswaldo Cruz – Centro de Pesquisa Gonçalo Muniz – vinha mantendo cães em suas instalações com suposto fim de pesquisa, solicitando que a Organização prestasse os devidos esclarecimentos à Sociedade Civil sobre quais os grupos de pesquisa que mantinham cães no canil da instituição, origem dos animais, se foram doados animais adultos, entre outras questões. Obteve resposta da Fundação, entretanto, não foram respondidos a contento todos os esclarecimentos questionados, segundo a ONG.
A Febadan ofereceu Representação no último mês de dezembro de 2013 ao Ministério Público da Bahia, com base nos artigos 225, VII CFRB/1988 e no artigo 32 da Lei 9605/1998 – Lei de Crimes Ambientais, em virtude de ter recebido uma denúncia anônima na qual fora informado que cães destinados à pesquisa na Fundação Oswaldo Cruz são infectados com o microorganismo da Leishmaniose e depois são mortos sem serem tratados há muitos anos sem que haja um resultado prático da citada pesquisa.
Este fato, se verídico, se enquadra no tipo do artigo 32 da Lei 9605/98, se constituindo em crime de maus-tratos e, caso não estejam, sejam adotadas todas as medidas necessárias, ainda coloca a saúde da comunidade do entorno em risco. A Federação Febadan, ONGs e Ativistas pedem à Fiocruz neste manifesto a promoção de uma campanha de Adoção para os animais, com os custos (divulgação, vacinação, vermifugação, transporte, alimentação durante os dois primeiros meses de adaptação) mantidos pelo Centro de Pesquisa, caso os animais estejam comprovadamente (com laudo de dois ou mais veterinários) em boas condições de saúde.
O Grupo solicita também a reparação de dano ambiental com a devida Assinatura de TAC, elaborado pelo MP/BA, onde a Fundação Fiocruz se comprometa a não mais promover este tipo de pesquisa, sem justificativa plausível. O Centro de Pesquisa será obrigado a tratá-los e a mantê-los até a recuperação e direcionamento para adoção, tudo sob monitoramento e supervisão de veterinário designado pelo MP, Febadan,ONGs e Ativistas.


Agressões a animais caem 37% em Campo Grande (MS)

Matar ou maltratar animais domésticos são crimes antigos, mas que continuam revoltando. Durante todo o ano passado, foram registrados 39 casos desse tipo de maus-tratos em Campo Grande.
De acordo com o titular da Decat (Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Ambientais e Proteção ao Turista), Antonio Silvano Rodrigues da Mota, em relação a 2012, o número diminuiu 37%. Naquele ano foram 62 ocorrências.
Antonio explica que a diminuição dos casos tem ligação com a repercussão que eles causam na sociedade. “Os veículos de comunicação tem grande papel porque divulgam esses casos que chocam muita gente, assim as pessoas têm receio de praticar a violência”, completa.
O delegado conta ainda que apesar da diminuição os casos continuam sendo registrados. “Hoje mesmo registramos um caso desse tipo, eles continuam a acontecer e as pessoas precisam se conscientizar”.
A presidente do Abrigo dos Bichos, Maíra Peixoto, explica que 90% dos resgates feitos pela Ong são em decorrência de violências praticadas contra os animais. “Não é só a agressão física que é considerada um mau trato, abandonar o animal na rua também pode ser motivo para o dono responder por isso”, conta.
Os motivos para agredir um animal são inúmeros, mas muitas vezes descontar no animal um problema vivenciado fora de casa é uma das justificativas.
                                                       Cachorro está bem melhor depois do tratamento (Foto: Marcos Ermínio)

Entre as “armas” mais usadas pelos agressores para machucar os animais estão pauladas e até o uso de água ou óleo fervendo. “Temos um cãozinho que está em tratamento com a gente há três meses, não sabemos se jogaram água ou óleo quente, mas ele ficou bastante machucado”.
Uma das recomendações é que as pessoas que encontrem animais vítimas de agressão peçam aos tutores para que façam um termo de doação definitiva ao abrigo. Dessa forma, os tutores não podem voltar a ter a guarda dos animais.
Segundo a legislação atual, quem for condenado no artigo 32 da Lei de Crimes Ambientais, pode ficar preso de 3 meses a 1 ano. Já o artigo 164 do Código Penal prevê pena de 15 dias a seis meses. Nos dois casos o condenado também pode ser obrigado a pagar multa.

Fonte: Campo Grande News