segunda-feira, 21 de abril de 2014

Resgate do Hulk



FOTOS NO DIA DO RESGATE
















Justiça derruba portaria e autoriza tratamento de cães por leishmaniose.


TRF3 deferiu recurso da ONG Abrigo dos Bichos, de Campo Grande.

CRM-MS informou que conselho mantém posição de ser contra tratamento.

Uma decisão do Tribunal Regional Federal da 3ª Região autoriza o tratamento da leishmaniose visceral em cães em todo o país. O pedido de liberação foi feito em ação movida pela ONG Abrigo dos Bichos, sediada em Campo grande. A sentença suspende os efeitos da portaria do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) que proíbe a utilização de medicamentos de uso humano no tratamento de cães infectados pela doença. Ainda cabe recurso da decisão, que foi publicada no Diário da Justiça Federal da 3ª Região na última quarta-feira (16-04-14).

A decisão é da 4ª Turma do TRF 3ª Região, concedida pela maioria dos desembargadores no dia 16 de setembro, porém, só tem validade a partir da publicação do acórdão, o que foi feito apenas no dia 16 de janeiro deste ano.

A assessoria de imprensa do Mapa informou ao G1 que não foi notificada oficialmente sobre a decisão judicial, e assim que isso ocorrer, técnicos do órgão irão discutir o assunto.

O Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV-MS) informou que a decisão não muda as orientações do órgão, que é contra o tratamento da doença. "É preciso estabelecer que a portaria regulava a atuação dos órgãos de saúde pública com relação ao controle da doença. Até que haja o reconhecimento da comunidade científica sobre a cura da doença, ou o registro dessas drogas, que possibilitem a mudança de posicionamento do conselho federal, qualquer médico veterinário do estado que insistir em lançar mão do medicamento, estará transgredindo o código de ética.", diz o presidente do órgão, Eduardo Marcondes.

Um caso de tratamento de cão que levantou polêmica é o do cão Scooby, que em julho de 2012 foi amarrado em uma motocicleta e arrastado pelo dono por 4 Km até o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), em Campo Grande. Um exame atestou que o bicho tinha leishmaniose. Internautas fizeram campanha para que Scooby não fosse sacrificado. O cachorro foi levado a uma clínica veterinária para receber tratamento contra a doença, com autorização da prefeitura de Campo Grande.

No ano passado, a veterinária Sibele Cação, então presidente do CRMV-MS, defendeu publicamente o tratamento contra a leishmaniose em cães e, por conta disso, foi destituída do cargo. Ela disse que, após cinco meses de tratamento, o vira-lata não tinha mais os sintomas da doença.

A assessoria do Ministério da Saúde informa que existe tratamento contra leishmaniose apenas para humanos, com três medicamentos disponíveis no sistema SUS.

Fonte: G1

Transporte incorreto de animais domésticos em veículos pode gerar acidentes.



O transporte incorreto de animais domésticos dentro de veículos pode gerar multas e causar o risco de acidentes. Conforme reportagem exibida pelo TEM Notícias o recomendado pelos especialistas é transportar os animais em acessórios apropriados para eles.

É o caso do aposentado Mauro Rolim de Itapetininga (SP), que sempre quando leva a cachorrinha Kika Maria para passear, a coloca em uma cadeirinha no banco de trás. Segundo ele, a medida traz segurança no momento de viajar. “Com certeza a medida me dá segurança, porque se ela estiver solta ela pode sair correndo, pular em cima de mim e assim causar um acidente”, afirma.

A cadeira é presa pelo cinto de segurança e o animal também fica preso pela coleira. O equipamento fica bem no meio do banco, assim Kika Maria pode observar a paisagem, o trânsito e o tutor. Mas nem todos os animais são transportados assim, da maneira mais segura. Muitos adoram passear, por exemplo, com a cabeça pra fora, tomando aquele ventinho gelado. Outros vão no banco da frente, sem proteção.

O médico veterinário, Rafael Koji Marczuk, recomenda que todos os animais domésticos, de grande ou pequeno porte, estejam presos ao serem transportados. Ele afirma que são importantes porque assim os animais ficam mais seguros em casos de freadas bruscas ou até mesmo acidentes, e comenta que os equipamentos de transporte variam entre R$ 40 a R$ 120. “De grande porte o indicado é o cinto de segurança e o peitoral. Em relação a cadeirinha a gente utiliza os que já são acostumados a andar no veículo, e os que são mais dóceis, mais calmos, mais indicados para animais de pequenos portes. Já as caixas podem ser utilizadas para cães e gatos, é uma forma de contenção mais segura, pois os animais não saem do lugar”, explica.

Mas apesar de não recomendado, transportar os animais sem cadeirinhas não é proibido segundo a Polícia Militar. Segundo o capitão Vladimir Aparecido da Silva, os cachorros e gatos podem andar de carro no colo de um passageiro, seja no banco da frente ou de trás. Mas eles devem estar dentro do carro. Vento no focinho está descartado. “É aconselhável que o passageiro transporte o animal no banco de trás. Mas nada impede que ele traga o animal no colo do passageiro. Se, por acaso, o animal estiver com a cabeça para fora é uma infração”, ressalta.
No colo ou entre as pernas do motoristas, também nem pensar. A multa é de R$ 86 e quatro pontos na carteira de habilitação. Em Itapetininga a fiscalização é feita pela PM.

terça-feira, 8 de abril de 2014

Motociclista arrasta cavalo nas ruas de Juazeiro (BA).

                                                                                            Foto: Divulgação

Uma cena chamou a atenção na tarde deste domingo (06-04-14) em Juazeiro: um motociclista circulou por algumas ruas da cidade com esse cavalo amarrado à sua moto. O condutor pilotava com uma certa velocidade, sem se importar com o animal. O fato causou revolta.

A foto foi tirada nas proximidades do shopping Águas Center e enviada ao Blog  do Carlos Brito por uma leitora que, inclusive, buzinou na tentativa de chamar a atenção do motociclista. No entanto, nada adiantou. O homem andava tranquilamente puxando o animal, que literalmente corria no sol das 14h, com medo de ficar para trás.

“Se ele é capaz de ser cruel com um animal, não seria diferente com um ser humano”, disse a leitora em publicação nas redes sociais.

Fonte: ANDA

Filhotes de jibóia são encontrados em hospital na Bahia.

Segundo funcionários, não é a primeira vez que animais peçonhentos são vistos no local.

                                   Cerca de 20 filhotes de jibóia foram encontradas no hospital (Foto: leitor do Jornal A Tarde)

O aparecimento de cobras e outros animais peçonhentos está assustando funcionários, pacientes e visitantes do Hospital Ernesto Simões Filho, em Pau Miúdo, Salvador (BA). De acordo com relatos de pessoas que freqüentam o local, só na sexta-feira passada (28/3) cerca de 20 filhotes de jibóia foram encontradas próximas aos contêineres utilizados como estrutura provisória de atendimento de emergência da unidade.

Os animais teriam sido capturados por agentes da Companhia de Polícia de Proteção Ambiental (Coppa) e libertadas na área verde do Parque Metropolitano de Pituaçu.

De acordo com o portal A Tarde, a direção do hospital montou uma barreira de isolamento para que as cobras não alcançassem as dependências da unidade.

Ainda de acordo com o site, funcionários relataram também que não é a primeira vez que animais aparecem no local. “Escutamos freqüentemente histórias sobre cobras e até escorpiões na área externa do hospital, que se escondem entre os entulhos", denunciou um dos profissionais.

O diretor administrativo do hospital negou que o aparecimento de animais no local seja constante, mas admite que a presença de cobras foi registrada no mesmo local no ano passado.

Fonte: Revista Globo Rural

Conheça 6 sinais de que seu cachorro está sentindo dor.


Cachorros não demonstram a dor do jeito que os seres humanos demonstram, por isso é muito importante que os tutores saibam quais são os sinais mais comuns quando seu cachorro está sentindo dor.


                                                                                         Foto: Blog Cachorros Fofos

Como tutores de cachorros, nós fazemos de tudo para que os cãezinhos sejam bem tratados e amados. Podemos dar as melhores rações, brinquedos e tratamentos – podemos mimá-los tanto quanto podemos. E a última coisa que queremos é vê-los sofrer ou sentir dor, não é mesmo? Mas cachorros não conseguem nos contar que estão sentindo dor. Então, como podemos saber?

Os seis sinais mais comuns de que seu cachorro está sentindo dor:

1 Respiração pesada ou ofegante

Muitos cachorros ofegam às vezes porque estão estressados ou animados, mas quando eles ofegam aparentemente por nenhum motivo e esse tipo de respiração torna-se excessiva, este pode ser definitivamente um sinal de que seu cachorro está sentindo dor.

2 Quando se lambem excessivamente

Cachorros que lambem ou mordem excessivamente uma determinada área dos seus próprios corpos podem estar fazendo isso porque estão sentindo dor neste local. Cachorros podem lamber o morder unhas quebradas, feridas abertas, patas irritadas ou até mesmo tumores sob a pele.

3 Falta de apetite

Cachorros geralmente não comem quando estão doentes ou machucados, então se eles comeram normalmente em um dia e no outro se recusam a comer, podem estar sentindo alguma dor. Um cachorro que possui algum machucado no pescoço pode não conseguir se curvar para comer, porque isto lhe causa dor.

Falta de apetite: um dos sintomas de que seu cachorro está sentindo dor.(Foto: Blog Cachorros Fofos)

4 Mancar

Quando um cachorro manca é um sinal óbvio que está sentindo dor ou algo está incomodando. Cachorros podem mancar devido a artrite, uma distensão muscular, ligamento rompido, lesão na coluna ou no pescoço, rigidez nas articulações ou ossos quebrados. Cachorros que não querem subir escadas, por exemplo, podem estar sentindo dor por algum desses motivos citados.

5 Babar bastante

Babar excessivamente também pode ser um sinal de dor no estômago ou náuseas. Quando um cãozinho baba ou se engasga demais pode significar que esteja sentindo muita dor ou até mesmo estar em risco. Um inchaço pode ser uma situação grave que pode causar dores muito fortes no estômago. Estes tipos de inchaços no estômago são bem sérios, sendo necessários cuidados de um veterinário urgente.

6 Mudança de comportamento

Cachorros que estão sentindo dor podem se tornar agressivos. Eles tendem a rosnar ou avançar quando abordados ou também ficar tristes e deprimidos, o que pode levar a uma falta de apetite, dormir mais que o normal, falta de interesse em brincar ou caminhar.

Mais informações

Ser capaz de reconhecer quando seu cão está com dor se resume em conhecer realmente as características do comportamento normal do seu cão. Se seu cachorro está agindo de maneira estranha e demonstrando alguns dos sinais citados, então ele está sentindo dor, sendo imprescindível consultar um veterinário. De maneira alguma é recomendada qualquer medicação sem a aprovação ou recomendação de um veterinário. Alguns dos medicamentos especiais para dor podem causar problema gastrointestinal em cães, por isso é necessária uma ajuda especializada.

Fonte:Blog Cachorros Fofos

Aves presas retornam para a natureza.


Liberdade: 244 aves presas retornam para a natureza.

                                                                                          Foto: Rafael Souza/ CPRH

Duzentos e quarenta e quatro pássaros foram soltos na tarde da quarta-feira (02-04-14) no Sertão pernambucano. As aves foram apreendidas em feiras ilegais na Região Metropolitana do Recife, como no mercado do Cordeiro, Zona Oeste da cidade.

As aves foram encontradas agressivas e agitadas, mas não apresentavam dificuldade de alimentação ou problemas para voar. Parte delas vieram de São Paulo e algumas até estavam devidamente marcadas, mas foram apreendidas pelas irregularidades nas licenças dos seus criadores.

Espécies como galha-cancã, tico-tico-rei cinza e galos de campina foram capturados e antes de serem devolvidas à natureza as aves passaram por um processo de readaptação, conduzido pelo Ibama.

A ação é fruto de uma parceria entre a Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH), em parceria com a Polícia Civil de Pernambuco, a Companhia Independente de Policiamento do Meio Ambiente (Cipoma), o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e o Centro de Reabilitação de Animais Silvestres (CRAS) de São Paulo.

Os responsáveis pelos crimes foram autuados e vão responder judicialmente, podendo pegar de seis meses a um ano de prisão, além de multas.

Fonte: Diário de Pernambuco

Vizinhos brigam devido a latido de cães.

Caso vai parar na Justiça em Sorocaba (SP)

                                                                                              Foto: Arquivo pessoal

Antes tranquila e amigável, a convivência entre dois vizinhos do Jardim Santa Rosália, em Sorocaba (SP), ficou abalada depois que um deles, um fiscal ambiental de 39 anos, decidiu abrigar seis cães abandonados dentro de casa. O barulho causado pelos latidos incomodou a família da moradora ao lado e a briga entre os dois, que preferem não ser identificados, foi parar na Justiça.

“Gravei um vídeo de 20 minutos mostrando os latidos incessantes e levei para o juiz”, conta a dona de casa, de 61 anos. A princípio, o juiz determinou que o fiscal colocasse focinheiras nos animais todos os dias, das 14h às 17h e das 22h às 8h, podendo retirá-las apenas na hora de alimentá-los e, quando necessário, medicá-los.

Os latidos poderiam, de acordo com a sentença, atingir o direito à tranquilidade, intimidade e descanso, afetando a saúde da reclamante e de seus familiares. Caso a medida não fosse cumprida, o tutor dos cães estaria sujeito a uma multa diária de R$ 1 mil. Para evitar o uso da focinheira sem descumprir a determinação, o analista decidiu levá-los para o sítio do pai. “Eu jamais colocaria focinheira em meus cães nas condições impostas pelo juiz”, afirma.

Após buscar ajuda de advogados, veterinários e ativistas ligados à causa animal, que classificaram a decisão como maus-tratos, a determinação acabou sendo revogada uma semana depois, quando um laudo médico assinado por dois médicos veterinários voluntários foi anexado ao processo, atestando que a focinheira deve ser utilizada com outros objetivos. “O equipamento não diminui o som que os cachorros fazem. Eles ficam sem latir, mas ainda podem uivar”, explica a presidente da Comissão de Defesa dos Direitos dos Animais (Codan) da OAB de Sorocaba, Ilka Sônia Micheletti.

Além do laudo inicial, a defesa apresentou um segundo documento, assinado por outros três veterinários do Centro de Controle de Zoonoses de Sorocaba, desaprovando o uso de focinheiras. Como alternativas para o caso, a advogada cita a coleira anti-latidos de citronela e algumas aulas com um adestrador comportamental. “A coleira de citronela solta um cheiro que tranquiliza o animal, enquanto as outras opções dão choque e sons, não sendo indicadas”, explica.

Sem acordo

A reclamante conta que mora no local com as duas filhas e a sogra há mais de 30 anos. “Os latidos não incomodam só a mim, incomodam a casa inteira. Minha sogra tem 93 anos e fica nervosa porque não pode assistir à televisão ou falar ao telefone. Sem falar que é desagradável quando tenho uma visita em casa. Se fosse uma vez ou outra, a gente toleraria, mas o tutor trabalha o dia todo e eles ficam estressados.”

Os latidos, defende o vizinho, são ocasionais e, quando insistentes, são provocados por algum motivo. “Eles são instigados a latir por pessoas de fora, que encostam nos portões, batem palmas e jogam pedras neles”, ressalta Ilka.

A própria reclamante não apoia a decisão inicial do juiz. “Fiquei com dó dos cachorros, mas é o juiz quem decide. Não sou contra os animais, eu também gosto e já tive cachorro. Mas ter seis em casa e deixá-los o dia todo sozinhos é amar cachorro?”, questiona.

Algumas manifestações dos bichinhos são, para o tutor, inevitáveis. “Eles latem como qualquer cão e, muito raramente, todos latem juntos. Exceto quando eu e minha esposa chegamos em casa. Eles não latem à toa ou sem motivo”, garante.

Como a dona de casa e o fiscal não entraram em acordo na audiência de conciliação, realizada em março, a disputa judicial continua. Eles serão ouvidos junto de suas testemunhas em uma audiência de instrução para que o juiz possa, enfim, tomar uma decisão sobre o caso.

Fonte: G1