quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Saiba o que fazer se o seu animal engolir algo estranho.

Com toda a energia que os cães têm, é difícil acompanhar todas as peripécias que eles fazem durante o dia. Assim, sem que os tutores percebam, é possível que o cachorro engula algo inapropriado, como lixo, plantas do quintal ou até mesmo pequenos objetos. Sendo assim, como podemos saber se o cãozinho ingeriu alguma bobagem no seu caminho? E o que fazer?
Nos casos menos graves, especialistas explicam que o próprio organismo encarrega-se de eliminar o corpo estranho, pelas fezes ou por vômito, sem causar danos à saúde canina. Às vezes isso ocorre mesmo sem que os tutores cheguem a notar qualquer alteração. Há situações, no entanto, em que uma apatia repentina do cachorro pode despertar dúvida sobre a sua saúde. A médica veterinária Juliana Joia, que atende no bairro de Higienópolis, em São Paulo, dá quatro pistas que devem ser seguidas pelos tutores se quiserem identificar se o animalzinho ingeriu o que não devia. Se a suspeita se confirmar, o animal deve ser encaminhado para atendimento. São elas:
Comportamento: é importante perceber se o cão mudou sua atitude geral e as suas reações. “Dependendo do que tiver ingerido, o animal pode ficar prostrado, agitado ou inquieto”, diz a especialista. Perda de apetite, por exemplo, pode demonstrar que algo não anda bem no sistema gastrointestinal.
Fezes: alteração de consistência, de cor ou de odor também pode indicar a ingestão de uma substância imprópria.
Urina: fique atento à coloração. Xixi claro ou escuro demais às vezes é sinal de intoxicação.
Dor abdominal: é preciso estar de olho no sintoma mais clássico de todos, que é a dor. “Um tutor atento percebe a dor abdominal e o famoso olhar de ‘me ajuda?’“, diz a veterinária.
E se tiver sido veneno?
Agora, alerta! Se o cachorro estiver vomitando incessantemente, é preciso redobrar a atenção. Esse sintoma pode revelar algo mais grave, como envenenamento. “Os sinais mais característicos deste caso são vômitos intensos com sangue, diarreia com sangue ou muco e alterações comportamentais (convulsão, tremores, e dificuldade para andar e respirar)“, diz a veterinária Marcela Barbosa.
Para essas situações, a recomendação é deixar o cãozinho em jejum e levá-lo imediatamente a uma clínica ou hospital, para que as causas do mal-estar sejam investigadas por meio de exames específicos, como ultrassonografia e raio-x. Marcela diz que, nesses casos, dar água ou leite para o cachorro é algo a ser evitado, mesmo com a melhor das intenções. “Os líquidos podem acelerar ainda mais a absorção da substância tóxica”, diz a veterinária, acostumada a prestar assistência em prontos-socorros de animais.
E se os tutores flagrarem os animais ingerindo aqueles conhecidos venenos sólidos para ratos e baratas, que muitas vezes ficam espalhados pelos cantinhos da casa? Neste caso, a regra é uma só: ajude o mais rápido possível o seu animal a vomitar, o que diminui a chance de intoxicação.
A dica de Marcela é dar pequenas doses de vinagre morno, com uma colher de chá. Também vale uma pequena quantidade de água oxigenada de volume 10. O gosto desagradável desses produtos vai acelerar o vômito. Porém, depois disso, corra para uma clínica! Mesmo a assistência correta em casa não substitui o atendimento especializado. É sempre bom lembrar que substâncias tóxicas podem levar à morte em pouco tempo, dependendo da quantidade ingerida.
Cuidados redobrados
Com as particularidades que cada raça tem, é difícil ter regras gerais sobre a saúde de todos os tipos de cães. Porém, alguns cuidados devem ser seguidos independentemente do perfil do animal. Sobre alimentação, por exemplo, veterinários dizem que produtos ricos em gordura, como embutidos e queijos, devem ser evitados. Fuja de alimentos como cebola e frutas como uvas vermelhas, que costumam ser tóxicos para os cães. Chocolate e açúcar, então, nem pensar!
Afetuosos e brincalhões, os cachorros naturalmente gostam do convívio com pessoas e adoram participar de eventos caseiros, como o almoço de domingo com a família ou amigos. O agito desses encontros pode deixar os cães superagitados, dificultando o controle pelos tutores. Nesses momentos, é preciso redobrar a atenção, pois é comum que o animal acabe roubando algum alimento da mesa sem que os responsáveis percebam.
Os próprios convidados, que não conhecem a rotina do animal, muitas vezes dão a eles esses alimentos, que podem causar problemas.

Fonte: Yahoo


terça-feira, 20 de agosto de 2013

Primeiros socorros em cães.


Mesmo com tantos profissionais e materiais de excelentíssima qualidade no mercado, é muito importante que os donos tenham noções de primeiros socorros, caso aconteça algo inesperado ao seu animal de estimação.

Os conhecimentos básicos de primeiros socorros se tornam importantes na preservação da vida do animal, evitando agravamento de feridas, minimiza a dor, favorece a recuperação através do transporte adequado até a clínica veterinária.

Alguns passos devem ser seguidos durante uma situação emergencial como: manter a calma para agir; não assumir riscos desnecessários; amordaçar o animal para sua segurança; manter o animal calmo e imobilizado; avaliar o estado geral do animal; verificar se está consciente; checar a respiração e batimentos cardíacos; aplicar os primeiros socorros como, limpeza e proteção dos ferimentos, feito isso, deve ser levado ao veterinário.

Outros cuidados devem ser tomados em relação a alguma situação emergencial como a mordaça que pode ser improvisada com um cadarço de tênis, um pedaço de tecido ou um cordão macio, prender firme o focinho com um nó, cruzando o cordão sob o queixo e dando uma laçada segura na nuca. Não coloque a mordaça se ele apresentar ânsia de vômito.

Na imobilização há a limitação máxima dos movimentos do animal na hora doexame, coloque-o sobre uma mesa e segure firmemente. Para o transporte é aconselhado enrolar o animal em algum tecido, em caso de lesão leve mas, se o animal e ferimento forem grande é necessário o improviso de uma maca. No caso respiração artificial, é necessário puxar a língua do animal para fora e remover o material que está obstruindo a passagem de ar.

Já na massagem cardíaca o animal deverá ser deitado com o lado esquerdo para cima, estender o corpo e manter a cabeça e tronco mais baixos que o quadril. Colocar a palma da mão esquerda envolvendo o tórax e fazer compressão com o polegar e os outros dedos da mão e a mão direita deve apoiar as costas do animal. Em caso da não percepção da respiração e batimentos cardíacos, intercale uma respiração artificial para cada seis massagens cardíacas, até o animal voltar a respirar e seu coração voltar a bater normalmente, é a ressuscitação cardiopulmonar (RCP). Mas se isso não acontecer em alguns minutos, dificilmente ele sobreviverá.

Todos esses cuidados devem ser tomados como precaução. Maiores exames devem ser fitos pelo médico veterinário em clínicas ou hospitais autorizados.

Fonte: Pediatria Canina.

Adaptação: Revista Veterinária

Mulher é torturada em vitrine para expor testes de cosméticos em animais.

                                                                                         Foto: Reprodução/ Youtube
Muitas pessoas não sabem o quão cruel são os testes feitos em animais. Diversas marcas já aboliram, porém a grande maioria continua praticando. Para conscientizar as pessoas sobre estes testes, a marca Lush criou um laboratório de experimentação na vitrine de uma de suas lojas em Londres. Desta vez os “testes” não foram feitos com animais, e sim com uma voluntária.
Os produtos e líquidos usados não eram cosméticos de verdade, apenas a forma do procedimento que assustou muita gente. Desta forma, a Lush conseguiu chamar atenção para a causa com uma instalação que durou aproximadamente 10 horas.
Confira o vídeo:

Uso de animais em testes de laboratório.


O uso de animais em teste de laboratórios são práticas recorrentes, mas que vem mudando aos poucos o cenário dos laboratórios. Algumas empresas brasileiras estão investindo mais em recursos humanos e tecnologias avançadas, para mudar esse quadro.

Algumas empresas adotaram outros parâmetros de avaliação de segurança e eficácia dos produtos e matérias-primas, criando redes de parcerias com centros acadêmicos, laboratórios e entidades de classe que buscam reduzir o uso de animais nos testes laboratoriais de cosméticos.

Outra vantagem para a empresa que não realiza testes em animais é poder exportar os produtos sem restrições para a Europa, diante das proibições de vendas de produtos testados em animais.

O uso de animais em teste é controverso, não existe proibições na Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa), criando contradição com a legislação ambiental, o Artigo 32 da Lei 9.605/98, de crimes ambientais, que castiga com prisão de três meses a um ano e multa quem pratica abuso, maus tratos e mutila animais, mesmo que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.

Assim, a decisão da empresa, seja ela, farmacêutica, cosmética ou de produtos de limpeza acaba sendo livre, e cabe a cada uma decidir a melhor postura bioética.

Fonte: CFMV

Adaptação: Revista Veterinária

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Conheça Kenny, o primeiro tigre albino com síndrome similar à de Down.

Nascido de cruzamentos consanguíneos para atender à demanda do comércio de parques e zoológicos, o animal sofre com diversos problemas motores e mentais.

É de conhecimento mundial que a ação do homem na natureza tem gerado problemas graves, tanto nas florestas quanto nas espécies animais. Em uma dessas tentativas de mudar o curso natural da reprodução de tigres albinos, nasceu Kenny, o primeiro de sua espécie com uma falha cromossômica que resultou em uma síndrome similar à de Down.

Kenny foi resgatado em um cativeiro particular nos Estados Unidos, onde o criador estava cruzando tigres irmãos para a reprodução.

                                     Fonte da imagem: LiveLeak

De acordo com o LiveLeak, a demanda por animais considerados exóticos — como os tigres brancos — para colecionadores, zoológicos e parques tem aumentado a cada dia, e os criadores arriscam a reprodução dos animais ideais da espécie, com focinho grande, olhos azuis e pelos brancos.

Riscos ignorados

                                           Fonte da imagem: LiveLeak

Entretanto, o resultado pode não ser o esperado e até triste, como aconteceu no caso de Kenny, pois os tigres brancos nascidos em cativeiro já possuem uma genética limitada devido aos seus genes recessivos. Dessa forma, o cruzamento desses animais pode gerar filhotes com uma taxa surpreendentemente alta de deformidades e problemas de saúde.

No caso de Kenny, esse risco foi ainda maior, pois ele é resultado de cruzamentos entre irmãos no cativeiro; por isso, o animal tem limitações físicas e mentais importantes, sendo considerado o primeiro tigre com uma síndrome similar à de Down, nos seres humanos. Além disso, Kenny tem o focinho mais curto e achatado, olhos afastados, cabeça mais larga e dentição deformada.

ASSISTA: 


 Fonte: Megacurioso


O mau cheiro em cães.

O cão é um animal que vem conquistando os lares das famílias, que não medem cuidados e carinho para com o amigo que é considerado parte integrante da família. O que muitos donos não sabem é que muitas vezes o mau cheiro do animal, não está associado somente a falta de cuidados e sim pode ter relação com alguma doença que ocasionam o mau cheiro do animal.

Dentre essas doenças que causa mau cheiro as principais são a malassezia, otite purulenta, bicheira ou miíase, abcesso da glândula ad-anal, doença periodontal e tumores na boca e a pioderma de dobra labial.
A malassezia causa coceira na pele do animal, que é atacada por uma levedura, e fica escura parecida com pele de elefante. A bicheira é causada por feridas infectadas por larvas de moscas e tem um cheiro insuportável de carniça. A otite purulenta é uma infecção do ouvido, que solta bastante secreção amarelada com odor fétido. O cão e também o gato possuem duas glândulas laterais no ânus que secretam um líquido igual aos gambas quando se sentem ameaçados, essa glândula pode infeccionar e produzir produzindo o mau cheiro, é o abcesso da glândula ad-anal. O mau cheiro também pode ser causado pela doença periodontal ou tumores na boca em alta grau de infecção. A pioderma de dobra labial é a infecção da pele por causa da dobra labial inferior causando também mau cheiro.

Assim, o dono deve ficar de olho nos sintomas apresentados pelo animal e sempre leva-lo ao médico veterinário, todas as doenças citadas acima podem devem ser tratadas.

Fonte: Petcare

Adaptação: Revista Veterinária