terça-feira, 8 de abril de 2014

Filhotes de jibóia são encontrados em hospital na Bahia.

Segundo funcionários, não é a primeira vez que animais peçonhentos são vistos no local.

                                   Cerca de 20 filhotes de jibóia foram encontradas no hospital (Foto: leitor do Jornal A Tarde)

O aparecimento de cobras e outros animais peçonhentos está assustando funcionários, pacientes e visitantes do Hospital Ernesto Simões Filho, em Pau Miúdo, Salvador (BA). De acordo com relatos de pessoas que freqüentam o local, só na sexta-feira passada (28/3) cerca de 20 filhotes de jibóia foram encontradas próximas aos contêineres utilizados como estrutura provisória de atendimento de emergência da unidade.

Os animais teriam sido capturados por agentes da Companhia de Polícia de Proteção Ambiental (Coppa) e libertadas na área verde do Parque Metropolitano de Pituaçu.

De acordo com o portal A Tarde, a direção do hospital montou uma barreira de isolamento para que as cobras não alcançassem as dependências da unidade.

Ainda de acordo com o site, funcionários relataram também que não é a primeira vez que animais aparecem no local. “Escutamos freqüentemente histórias sobre cobras e até escorpiões na área externa do hospital, que se escondem entre os entulhos", denunciou um dos profissionais.

O diretor administrativo do hospital negou que o aparecimento de animais no local seja constante, mas admite que a presença de cobras foi registrada no mesmo local no ano passado.

Fonte: Revista Globo Rural

Conheça 6 sinais de que seu cachorro está sentindo dor.


Cachorros não demonstram a dor do jeito que os seres humanos demonstram, por isso é muito importante que os tutores saibam quais são os sinais mais comuns quando seu cachorro está sentindo dor.


                                                                                         Foto: Blog Cachorros Fofos

Como tutores de cachorros, nós fazemos de tudo para que os cãezinhos sejam bem tratados e amados. Podemos dar as melhores rações, brinquedos e tratamentos – podemos mimá-los tanto quanto podemos. E a última coisa que queremos é vê-los sofrer ou sentir dor, não é mesmo? Mas cachorros não conseguem nos contar que estão sentindo dor. Então, como podemos saber?

Os seis sinais mais comuns de que seu cachorro está sentindo dor:

1 Respiração pesada ou ofegante

Muitos cachorros ofegam às vezes porque estão estressados ou animados, mas quando eles ofegam aparentemente por nenhum motivo e esse tipo de respiração torna-se excessiva, este pode ser definitivamente um sinal de que seu cachorro está sentindo dor.

2 Quando se lambem excessivamente

Cachorros que lambem ou mordem excessivamente uma determinada área dos seus próprios corpos podem estar fazendo isso porque estão sentindo dor neste local. Cachorros podem lamber o morder unhas quebradas, feridas abertas, patas irritadas ou até mesmo tumores sob a pele.

3 Falta de apetite

Cachorros geralmente não comem quando estão doentes ou machucados, então se eles comeram normalmente em um dia e no outro se recusam a comer, podem estar sentindo alguma dor. Um cachorro que possui algum machucado no pescoço pode não conseguir se curvar para comer, porque isto lhe causa dor.

Falta de apetite: um dos sintomas de que seu cachorro está sentindo dor.(Foto: Blog Cachorros Fofos)

4 Mancar

Quando um cachorro manca é um sinal óbvio que está sentindo dor ou algo está incomodando. Cachorros podem mancar devido a artrite, uma distensão muscular, ligamento rompido, lesão na coluna ou no pescoço, rigidez nas articulações ou ossos quebrados. Cachorros que não querem subir escadas, por exemplo, podem estar sentindo dor por algum desses motivos citados.

5 Babar bastante

Babar excessivamente também pode ser um sinal de dor no estômago ou náuseas. Quando um cãozinho baba ou se engasga demais pode significar que esteja sentindo muita dor ou até mesmo estar em risco. Um inchaço pode ser uma situação grave que pode causar dores muito fortes no estômago. Estes tipos de inchaços no estômago são bem sérios, sendo necessários cuidados de um veterinário urgente.

6 Mudança de comportamento

Cachorros que estão sentindo dor podem se tornar agressivos. Eles tendem a rosnar ou avançar quando abordados ou também ficar tristes e deprimidos, o que pode levar a uma falta de apetite, dormir mais que o normal, falta de interesse em brincar ou caminhar.

Mais informações

Ser capaz de reconhecer quando seu cão está com dor se resume em conhecer realmente as características do comportamento normal do seu cão. Se seu cachorro está agindo de maneira estranha e demonstrando alguns dos sinais citados, então ele está sentindo dor, sendo imprescindível consultar um veterinário. De maneira alguma é recomendada qualquer medicação sem a aprovação ou recomendação de um veterinário. Alguns dos medicamentos especiais para dor podem causar problema gastrointestinal em cães, por isso é necessária uma ajuda especializada.

Fonte:Blog Cachorros Fofos

Aves presas retornam para a natureza.


Liberdade: 244 aves presas retornam para a natureza.

                                                                                          Foto: Rafael Souza/ CPRH

Duzentos e quarenta e quatro pássaros foram soltos na tarde da quarta-feira (02-04-14) no Sertão pernambucano. As aves foram apreendidas em feiras ilegais na Região Metropolitana do Recife, como no mercado do Cordeiro, Zona Oeste da cidade.

As aves foram encontradas agressivas e agitadas, mas não apresentavam dificuldade de alimentação ou problemas para voar. Parte delas vieram de São Paulo e algumas até estavam devidamente marcadas, mas foram apreendidas pelas irregularidades nas licenças dos seus criadores.

Espécies como galha-cancã, tico-tico-rei cinza e galos de campina foram capturados e antes de serem devolvidas à natureza as aves passaram por um processo de readaptação, conduzido pelo Ibama.

A ação é fruto de uma parceria entre a Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH), em parceria com a Polícia Civil de Pernambuco, a Companhia Independente de Policiamento do Meio Ambiente (Cipoma), o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e o Centro de Reabilitação de Animais Silvestres (CRAS) de São Paulo.

Os responsáveis pelos crimes foram autuados e vão responder judicialmente, podendo pegar de seis meses a um ano de prisão, além de multas.

Fonte: Diário de Pernambuco

Vizinhos brigam devido a latido de cães.

Caso vai parar na Justiça em Sorocaba (SP)

                                                                                              Foto: Arquivo pessoal

Antes tranquila e amigável, a convivência entre dois vizinhos do Jardim Santa Rosália, em Sorocaba (SP), ficou abalada depois que um deles, um fiscal ambiental de 39 anos, decidiu abrigar seis cães abandonados dentro de casa. O barulho causado pelos latidos incomodou a família da moradora ao lado e a briga entre os dois, que preferem não ser identificados, foi parar na Justiça.

“Gravei um vídeo de 20 minutos mostrando os latidos incessantes e levei para o juiz”, conta a dona de casa, de 61 anos. A princípio, o juiz determinou que o fiscal colocasse focinheiras nos animais todos os dias, das 14h às 17h e das 22h às 8h, podendo retirá-las apenas na hora de alimentá-los e, quando necessário, medicá-los.

Os latidos poderiam, de acordo com a sentença, atingir o direito à tranquilidade, intimidade e descanso, afetando a saúde da reclamante e de seus familiares. Caso a medida não fosse cumprida, o tutor dos cães estaria sujeito a uma multa diária de R$ 1 mil. Para evitar o uso da focinheira sem descumprir a determinação, o analista decidiu levá-los para o sítio do pai. “Eu jamais colocaria focinheira em meus cães nas condições impostas pelo juiz”, afirma.

Após buscar ajuda de advogados, veterinários e ativistas ligados à causa animal, que classificaram a decisão como maus-tratos, a determinação acabou sendo revogada uma semana depois, quando um laudo médico assinado por dois médicos veterinários voluntários foi anexado ao processo, atestando que a focinheira deve ser utilizada com outros objetivos. “O equipamento não diminui o som que os cachorros fazem. Eles ficam sem latir, mas ainda podem uivar”, explica a presidente da Comissão de Defesa dos Direitos dos Animais (Codan) da OAB de Sorocaba, Ilka Sônia Micheletti.

Além do laudo inicial, a defesa apresentou um segundo documento, assinado por outros três veterinários do Centro de Controle de Zoonoses de Sorocaba, desaprovando o uso de focinheiras. Como alternativas para o caso, a advogada cita a coleira anti-latidos de citronela e algumas aulas com um adestrador comportamental. “A coleira de citronela solta um cheiro que tranquiliza o animal, enquanto as outras opções dão choque e sons, não sendo indicadas”, explica.

Sem acordo

A reclamante conta que mora no local com as duas filhas e a sogra há mais de 30 anos. “Os latidos não incomodam só a mim, incomodam a casa inteira. Minha sogra tem 93 anos e fica nervosa porque não pode assistir à televisão ou falar ao telefone. Sem falar que é desagradável quando tenho uma visita em casa. Se fosse uma vez ou outra, a gente toleraria, mas o tutor trabalha o dia todo e eles ficam estressados.”

Os latidos, defende o vizinho, são ocasionais e, quando insistentes, são provocados por algum motivo. “Eles são instigados a latir por pessoas de fora, que encostam nos portões, batem palmas e jogam pedras neles”, ressalta Ilka.

A própria reclamante não apoia a decisão inicial do juiz. “Fiquei com dó dos cachorros, mas é o juiz quem decide. Não sou contra os animais, eu também gosto e já tive cachorro. Mas ter seis em casa e deixá-los o dia todo sozinhos é amar cachorro?”, questiona.

Algumas manifestações dos bichinhos são, para o tutor, inevitáveis. “Eles latem como qualquer cão e, muito raramente, todos latem juntos. Exceto quando eu e minha esposa chegamos em casa. Eles não latem à toa ou sem motivo”, garante.

Como a dona de casa e o fiscal não entraram em acordo na audiência de conciliação, realizada em março, a disputa judicial continua. Eles serão ouvidos junto de suas testemunhas em uma audiência de instrução para que o juiz possa, enfim, tomar uma decisão sobre o caso.

Fonte: G1

O melhor amigo do homem.


                                                                                                Foto: Divulgação

Considerado o melhor amigo do homem pela lealdade e dedicação, o cachorro é capaz de fazer qualquer coisa por seu tutor. Uma pesquisa realizada pelo professor de neuroeconomia da Emory University, Gregory Berns, concluiu que os cachorros usam a mesma parte do cérebro humano para ter percepções sensoriais e, de fato, tem sentimentos.

Entretanto, apesar desta comprovada fragilidade e da verossimilhança conosco, milhares de cães são cruelmente maltratados, e muitos são abandonados nas ruas onde, perdidos, morrem. Quem nunca se deparou com um SRD faminto nas ruas, farejando algum resto de comida?

No Brasil há centenas de ONGs que resgatam e cuidam destes animais, e elas lutam para sobreviver. Aos poucos, com ajuda das mídias sociais, este trabalho vem sendo ampliado e novos tutores para os cães abandonados são encontrados. Mas afinal, por que não adotar um simpático SRD que pode trazer muita alegria para a família? Mas lembre-se de praticar uma adoção consciente: um cachorro vive em média 16 anos, e sempre precisará da sua atenção e carinho.

Fonte: R7

Criança com doença rara recupera a vontade de viver após adotar um cachorro de três patas.


O jovem Owen Howkins, de apenas sete anos, sofre de uma doença bastante rara: a síndrome de Schwartz-Jamel. Essa é uma doença que afeta os músculos, tornando-os tensos e impedindo os ossos de crescer.

Por essa razão, o pequeno Owen, assim como outras pessoas que sofrem dessa doença, tem muita dificuldade para se movimentar, o que o transformou numa criança tímida e insegura.

Entretanto essa história mudou após a entrada de Haatchi, um pastor-da-anatólia, em sua vida. O cão foi encontrado, abandonado, ferido, com apenas três patas, junto a uma linha férrea. Após a adoção de Haatchi e o contato com a superação do cachorro, Owen começou a ter uma visão diferente da própria vida.

O pai do garoto afirmou que a mudança foi imediata, pois poucos dias depois ele já “estava anunciando, na frente da escola inteira, que queria começar a andar por conta própria, sem cadeiras de rodas, nem andarilhos”.

Fonte: Boa Informação